Este blog é destinado a prestar informações acerca de como viver mais saudável, bem como dicas úteis e naturais.
30 de maio de 2021
2 de maio de 2021
31 de março de 2021
Os benefícios do óleo essencial de hortelâ-pimenta
Existem muitas espécies de hortelâ-pimenta, uma erva perene que cresce até um metro de altura, com estolhos subterrâneos e folhas verdes, mas o óleo utilizado na aromaterapia é facilmente reconhecível pela sua fragrância forte, acentuada e penetrante. Os egípcios a utilizavam para teemperar o vinho. Também era conhecida como ideal para queixas estomacais. É fresca e boa para digestão.
Propriedades: analgésico, anti-inflamatório, antisséptico, antiespasmódico, antiviral, adstringente, carminativo, descongestionante, emenagogo, expectorante, antitérmico, hepático, estimulante, vasoconstritor, sudorífero e vermífugo.
As suas indicações terapêuticas mais comuns são para os sistemas circulatório e muscular, respiratório e imunológico, sistema nervoso.
É um remédio eficaz contra náuseas e vômito, podendo ser útil também para o enjôo em viagens.
É eficaz em alguns tipos de dores de cabeça, especialmente quando a pessoa está com dificuldade para se concentrar e pensar com clareza.
O mentol contido nele ajuda como analgésico em dores musculares, articulações e lumbago.
Não é tóxico nem irritante (exceto em elevadas concentrações). Não deve ser usado em mulheres grávidas ou associado com homeopatia, tampouco deve ser utilizado em pessoas epilépticas ou que tenham um histórico de cardiopatia.
Fonte: Guia Completo de Aromaterapia, Editora Pensamento
15 de janeiro de 2021
Contaminação elétrica e eletromagnética
Devido ao grande desenvolvimento industrial das últimas décadas, a eletricidade tem tido um papel marcante em todos os campos relativos ao homem, como as comunicações, a educação, a saúde e ao lazer. Com esse desenvolvimento tecnológico, conquistamos um status de maior conforto se comparado com os nossos avós.
Porém, apesar desses avanços, não houve a devida preocupação e tampouco discutido nos Congressos, como a Eco 92 realizada no Rio de Janeiro, sobre os efeitos da poluição eletromagnética em nossa saúde.
Saiba que o nosso corpo é um gerador biolétrico e que o funcionamento harmônico das células está submetido a fenômenos oscilatórios, que podem sofrer interferência das frequências vibratórias das ondas produzidas por outros campos eletromagnéticos. Já foi comprovado que as células sadias de nosso corpo funcionam como uma diferença de potencial que oscila entre 70 e 90 mili Volts, quando a tensão diminui o corpo adoece e abaixo dos 26 mv, o corpo morre.
Hoje existem muitos estudos científicos referente ao perigo para os homens submetidos a uma exposição prolongada de qualquer campo eletromagnético, seja este produzido por radiações elétricas, eletromagnéticas, infravermelhas, ultravioletas, raios X, emissões radioativas etc, cujas conclusões vão de encontro ao interesse das grandes companhias de telefonia celular, eletricidade, que usam de todos os meios para silenciá-las.
Em países como a Rússia, há normas que proíbem a construção de edificações e a moradia de pessoas, paradas de ônibus a uma distância de 110 metros de linhas elétricas capazes de gerar campos eletromagnéticos de mais de 25kV/m. Verificou-se também, que sob esse tipo de linhas, diminui o crescimento vegetal, que a uma distância de 100 metros.
Um estudo do Engenheiro alemão Egon Eckert, relacionou as mortes súbitas de crianças recém-nascidas, acontecido sem causas aparentes em Hamburgo, na proximidade de emissoras de rádio, instalação de radar, postes com transformadores e linhas de alta tensão.
Foi constatado ainda, em outro estudo a incidência maior de leucemia e abortos espontâneos em pessoas que moravam num raio de 40 metros de uma rede de alta tensão. Também já se sabe que portadores de marcapasso devem evitar o uso de celular, segundo o pesquisador David Hayes, da Clínica Mayo, dos EUA. Segundo ele, os pacientes cardíacos não deveriam guardar o celular num dos bolsos da camisa, que costumam ficar na altura do coração.
Em um artigo publicado no jornal Network News de 17/01/1995, intitulado "Motorola Warns Portable Phone Users", adverte sobre o uso de telefones portáteis, recomendando para manter o aparelho celular o mais longe possível da cabeça.
Conforme vimos, apesar do progresso tecnológico, é possível conviver com a tecnologia, mas tomando os devidos cuidados, como exemplo: limitar o uso do aparelho celular, usar mais o recurso de gravar áudio, usar sempre o recurso de filtro de luz azul (se disponível em seu aparelho) para minimizar os distúrbios de sono, uma vez que a luz luminosa a noite afeta a produção de melatonina. Evitar ainda de morar perto de torres de alta tensão, antenas de telefonia etc.
Dependendo do seu sistema imunológico, os sintomas gerados com a excessiva exposição a esses campos, incluem, dores de cabeças, irritabilidade, insônia, problemas digestivos, até câncer.
A radiestesia pode ser uma grande ferramenta para o filtro dessas energias, como o uso de placas radiônicas de pvc ou cobre com diversos símbolos para proteção, inclusive de energias telúricas vindas do subsolo.
Fonte: Pier Campadello, Feng Shui, Para harmonizar seu Lar e sua Vida, Madras, Editora
24 de dezembro de 2020
13 de dezembro de 2020
8 de dezembro de 2020
O estômago e a psicossomática
O estômago funciona como um centro que gera emoções através de impressões vindas do mundo externo: as emoções básicas como a raiva, medo, alegria, atração etc., são sentidas no estômago. Caso não se exteriorize os sentimentos contidos nas emoções sentidas, é gerado um acúmulo energético na região do estômago e, conseqüentemente, alterações no metabolismo orgânico (Valcapelli et al, 2003).
A digestão tem como simbolismo a maneira como assimilamos a vida e como se digere as idéias que se têm, e os acontecimentos pelos quais um indivíduo passa. As pessoas que têm medo de encarar a vida ou as situações de frente, as céticas e teimosas, geralmente têm algum transtorno no estômago, como projeção de uma “indigestão” mental. Os portadores de doenças do estômago são pessimistas, não encaram o presente, e tem um orgulho bastante para não “pôr para fora” as situações com as quais sofrem devido a este orgulho; são as pessoas hipersensíveis que remoem mágoas com os pensamentos destrutivos que não são eliminados, e que acham que o mundo é perverso e sem descanso. Geralmente agem como vítimas de algum processo ou acontecimento que lhes aflige, lamentando sua condição, mas, na verdade, esconde, atrás deste lamento, que há a necessidade de pedir ajuda a alguém. São responsáveis, criativas, eficientes, cautelosas, perfeccionista. Entram em atrito, às vezes secretamente, com pessoas que não pensam como ela (Cairo, 1999).
Uma relação afetiva entre duas pessoas implica que ela deva ter voz numa relação de reciprocidade. Um desarranjo nesta relação, provocado por algo intolerável, por uma ou por ambas as partes, pode estabelecer que esta voz recíproca existente se emudeça e a relação fique sem voz. A relação afetiva se despedaça porque as partes não suportam esta situação intolerável para elas. Nestes casos, o Ego procura recursos para contemporizar a situação, e uma das saídas é transferi-la para o somático. Neste campo, o corpo físico reage: perda de apetite, náusea, vômito, indisposição, debilidade, pressão no estômago etc., mas a relação continua sem voz, o afeto destruído e a pessoa não conseguindo expressar seus sentimentos mais profundos, a não ser suas queixas dos sintomas do que o corpo físico se expressa, as comunicam através da gastrite, uma afecção do estômago (Capisano, 2010). Há o sentimento de que é preciso ser compreendido, amado, confortado e ajudado, mas remói os pensamentos; a angústia que lhe pesa no coração e a incerteza arrastada por muito tempo lhe confere o pessimismo que pode ser tornar um hábito a ser vencido (Cairo, 1999).
Assim, o indivíduo que tem a postura interna de engolir suas emoções básicas e não tem habilidade para lidar com as situações que lhe causam aborrecimento de forma consciente, procura engolir seus sentimentos ou toma atitudes extremistas que provocam a raiva; estas atitudes provocam um aumento dos sucos gástricos que atacam as paredes do estômago (Valcapelli et. al, 2003). A culpa pelo sofrimento que o físico lhe impõe, o mal estar estomacal, recai na alimentação e na necessidade de manter dieta, não tendo consciência que este mal pode advir de sua postura em relação à vida (Cairo, 1999).
Ao passar por uma situação desagradável, se há uma falta de habilidade para passar por elas, uma sujeição sem aceitação, caso se sinta saturada, no extremo, o indivíduo elimina completamente o que lhe perturba, através da diarréia (Valcapelli et. al, 2003). Segundo Stein (1995) são fontes emocionais da doença do estômago a incapacidade de assimilar idéias e experiências, o que o portador “engole” e o medo.
Fonte: trecho extraído da monografia apresentada no término do curso de terapeuta corporal holística junto à Humaniversidade Holística em São Paulo (2011).
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