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23 de fevereiro de 2020
19 de maio de 2019
14 de julho de 2014
A soja está aumentando a população gay?
Como estes temas que estou trazendo são completamente novos para a
grande maioria das pessoas e muitos deles são assustadores pelas
possíveis consequências para nossas vidas, vou anexar mais este que por
certo é extremamente polêmico e vai levantar muitos ânimos prós e
contras.
É um texto do pastor americano James Rutz que fez um
alerta: a soja está produzindo “gays endócrinos“, ou seja, o excesso de
isoflavonas que os bebês recebem, até mesmo durante sua formação
gestacional, poderia estar associada ao aumento de jovens gays pelo
mundo afora.
Como a questão da homossexualidade é um tema ainda
controverso e cada um tem a sua opinião, este texto está sendo colocado
aqui apenas para trazer o tema à tona e possibilitar o seu
questionamento, análise e novas pesquisas.
O texto inicial se intitula: “Soy is making kids ‘gay”, ou “A soja está fazendo crianças gays“. Vamos, então, ao texto:
“Existe algo que está lentamente envenenando e prejudicando gravemente
nossos filhos e ameaçando estraçalhar nossa sociedade. A parte irônica é
que é um ‘alimento saudável’, um dos mais populares.
Ora, sou um
cara adepto de alimentos saudáveis, um fanático que raramente permite
na cozinha qualquer alimento que não seja orgânico. Declaro aqui que
tenho preferência por alimentos naturais, de modo que você saberá que
não sou contra os alimentos saudáveis.
O perigoso alimento sobre o
qual estou falando é a soja. Os produtos de soja são feminizadores, e
estão em toda parte. Não dá mais para escapar deles.
Não tenho
nada contra um lanche de soja de vez em quando. A soja é nutritiva e
contém muitas coisas boas. Entretanto, infelizmente, quando comemos ou
bebemos muitas coisas de soja, estamos também ingerindo quantidades
significativas de estrógenos.
Estrógenos são hormônios femininos.
Se você é mulher, você está inundando seu sistema com uma substância
com a qual, em excesso, o seu sistema não conseguirá lidar. Se você é
homem, você está suprimindo sua masculinidade e estimulando seu ‘lado
feminino’, tanto física quanto mentalmente.
No desenvolvimento
fetal, o padrão normal é ser feminino. Todos os seres humanos (até mesmo
na velhice) tendem para com a feminilidade. A principal coisa que
impede os homens de se desviarem para o modelo feminino é a
testosterona, e o excesso de estrógeno suprime a testosterona.
Se
você é adulto, você já se desenvolveu, e tem condições de combater
alguns dos efeitos prejudiciais da soja. Os bebês não têm tanta sorte.
As pesquisas agora mostram que quando você alimenta seu bebê com
alimentos de soja, você está dando a ele o equivalente a cinco pílulas
anticoncepcionais por dia. O sistema endócrino do bebê simplesmente não
consegue lidar com esse tipo de agressão em massa. Por isso, é
inevitável que o bebê sofra alguns danos. Na pior das hipóteses, os
danos podem ser fatais.
A soja é feminizadora, e comumente leva a
uma diminuição no tamanho do pênis, confusão sexual e homossexualidade.
É por isso que a maior parte da culpa médica (não sócio-espiritual) do
aumento hoje de homossexualismo está no aumento de leite de soja para
bebês e outros produtos de soja. (A maioria dos bebês são alimentados
por mamadeira durante alguma parte de sua infância, e um quarto deles
recebe leite de soja!) Os homossexuais muitas vezes argumentam que a
homossexualidade deles é inata porque ‘eu não consigo lembrar de uma
época em que eu não era homossexual’. Não, a homossexualidade é sempre
um desvio sexual. Mas agora muitos deles podem, com toda a verdade,
dizer que eles não podem se lembrar de uma época em que o excesso de
estrógeno não os estava influenciando.
Os médicos comumente
esperavam que a soja reduzisse os efeitos da menopausa (calorão),
impedisse o câncer e as doenças cardíacas e salvasse milhões de vidas da
fome no Terceiro Mundo. Isso foi antes que eles soubessem mais coisas
acerca do uso da soja por um longo período. Agora sabemos que ela é um
exemplo clássico de uma cura que é pior do que a doença. Por exemplo, se
seu bebê tem cólica pelo leite de vaca, você muda o alimento dele para
leite de soja? Nem mesmo pense nisso. O nível de fitoestrógeno dele
subirá 20 vezes o normal. Se o bebê for menina, prepare-se para
observá-la alcançar o início da menstruação aos sete anos, roubando anos
da infância dela. Se for menino, é bem pior: Ele demorará muito mais do
que o normal para chegar à puberdade.
Uma pesquisa realizada em
2000 mostrou que uma dieta com base na soja em qualquer idade pode levar
a uma tiróide fraca, que comumente produz problemas cardíacos e excesso
de gordura. Será que isso poderia explicar o aumento dramático de
obesidade hoje?
Pesquisas recentes em ratos mostram atrofia
testicular, infertilidade e hipertrofia (aumento) do útero. Isso ajuda a
explicar a epidemia de infertilidade e crescimento repentino de
clínicas de fertilidade. Mas o que é triste é que ao se tornar adulto e
querer se casar, será tarde demais para o bebê que foi prejudicado pela
soja ser tratado por uma clínica de fertilidade.
Pior, há agora
evidências científicas de que os ingredientes do estrógeno nos produtos
de soja podem estar aumentando rapidamente a incidência de leucemia nas
crianças. No ano mais recente, novos casos de leucemia pularam para 27
por cento. Em um ano apenas!
Há também uma conexão séria entre
soja e câncer em adultos – principalmente câncer de mama. É por isso que
os governos de Israel, Inglaterra, França e Nova Zelândia já estão
adotando medidas bem duras contra a soja.
Em contraste triste, 60
por cento dos alimentos refinados nos supermercados americanos agora
contêm soja. Pior, o uso da soja poderá duplicar nos próximos anos
porque os burocratas médicos da Vigilância Sanitária dos EUA estão
considerando permitir que os fabricantes de cereais, barras energéticas,
leite de soja, iogurte de soja, etc. anunciem que ‘a soja impede o
câncer’. Não impede.
20 de dezembro de 2011
Tireóide: cuide bem dessa glândula
É muito comum atualmente os casos de distúrbios da glândula tireóide, seja hipo ou hipertireodismo, merecem muito atenção pois a cada dia cresce casos desse diagnóstico. Infelizmente a medicina tradicional não ando junto com a medicina nutricional e trata os pacientes apenas com remédios, alegando que a pessoa deverá tomar o hormônio para vida toda. Triste situação. Saiba que esse problema pode ser evitado sim e contornado com uma boa alimentação e suplementação de alguns minerais e vitaminas. Muitas vezes tem origem nos problemas emocionais, como exemplo, por situar na região da garganta, que corresponde ao chakra laríngeo, que cuida da comunicação. Engolir sapos, não falar o que deve ser falado desequilibra essa região. Indecisão e frustração também.
Segundo o livro "Manual do Proprietário do médico Edmond Saab Jr", os hormônios tireoidianos influenciam todos os sistemas orgânicos, pois controlam o processo metabólico do corpo. Veja a seguir os sintomas de hipotireoidismo:
Fadiga
Intolerância ao frio
Constipação intestinal
Diminuição da memória e concentração mental
Pele seca
Alterações do metabolismo de gordura (colesterol e triglicérides)
Aumento de peso
Obesidade
Hipertensão arterial
Queda de cabelos
Unhas quebradiças
Predisposição à infarto e derrame
Sonolência e lentidão
Depressão e ansiedade
Infertilidade feminina
Hemorragias menstruais ou ausência de menstruação
Déficit do hormônio de crescimento e envelhecimento precoce em adultos
Por que temos uma epidemia de hipotireodismo atualmente?
Toxinas ambientais (um exemplo é o flúor na água)
Metais pesados
Oxidação excessiva
Inflamação crônica silenciosa
Déficit de nutrientes
Fígado intoxicado
Mau funcionamento do intestino
Entendendo como o hormônio tireoidiano é fabricado
Se o fígado estiver funcionando mal, como geralmente está, carregado de toxinas, não transforma o T4 em T3. Se o paciente estiver com déficit de selênio, ele também não executa essa transformação.
Ao fazer exame de sangue e dosar os valores de TSH e do T4 livre e, se essas dosagens estiverem dentro da faixa considerada normal (0,5 a 5)mUI/ml, você não tem hipotireodismo.
Como é feito o tratamento?
Além da prescrição do T4 sintético, o tratamento sugerido é:
Eliminação de toxinas ambientais, diminuindo-se sua exposição.Alimentos ricos em clorofila como verduras escuras e tempero como coentro são excelentes para eliminação de metais pesados como chumbo, alumínio e mercúrio. Algas clorella também é excelente até para ajudar eliminar metais radioativos.
Exercícios físicos para suar a camisa.
Sauna
Equilibrar o intestino
Aumento da produção de glutation
Limpeza intestinal para desintoxicar o fígado e sistema linfático
Atenção à intolerância e alergia alimentares e, nesse caso, existe uma correlação enorme entre hipotireodismo e intolerância ao glúten
Segundo a nutrição, deve-se suplementar o paciente com
selênio
Zinco
Cobre
Iodo
Vitamina A
Vitamina D
Importante também para controlar a inflamação crônica silenciosa é a suplementação de ômega-3. E para controlar a oxidação excessiva é o uso de antioxidantes.
Se necessário a suplementação de hormônios tireoidianos com a utilização do T4 associado ao T3.
Muitas vezes também o hipotireoidismo está associado ao aumento da resistência à insulina que também gera inflamação crônica silenciosa. Você parou para pensar quantas pessoas tomam remédios para emagrecer sem modular a tireóide? Ou mulheres que não conseguem engravidar e que procuram o ginecologista? Quantos remédios desncessários estão sendo usados e causando efeitos colaterais!
Outra questão importante a informar é o uso do sal de cozinha. Esse comercial refinado que tem apenas cloreto de sódio. Com o crescente aumento de casos de hipertensão arterial, a população está fugindo ou reduzindo o sal na comida. Pois bem. O sal refinado sim deve ser evitado! Em sua composição entram elementos químicos como alumínio e a perda de minerais importantes. O sódio na ausência do potássio e de outros minerais engrossa o sangue e provoca a subida da pressão arterial. Por isso a recomendação de consumo de até 6 gramas de sal por dia. Já o sal marinho contém 82 minerais, assim como o sal do himalaya, também conhecido como sal rosa. Esses sais usados com moderação não tem problema e ainda repõe o iodo naturalmente, pois o iodo adicionado ao sal refinado não é absorvido pelo corpo (entra e sai).
Espero ter ajudado com essas informações. Consulte mais de um médico ou procure uma nutricionista, não esquecendo também de cuidar do corpo emocional, com a prática de meditação, uso de florais etc.
Fonte: adaptado do livro Manual do proprietário, editora Delphos.
19 de julho de 2009
Os benefícios do coco
É de conhecimento geral que o coco é utilizado com alimento em várias partes do mundo. O coco é rico em proteínas, vitaminas, gorduras, carboidratos e sais minerais. Segundo experiências realizadas nos Estados Unidos, o coco verde possui as mesmas propriedades do leite materno. No Havaí, as mães costumam alimentar os bebês com leite de coco. Por seu alto teor em sais minerais, o coco é recomendado na medicina popular para promover o desenvolvimento físico, além de ser largamente utilizado como remédio por suas propriedades medicinais. A polpa do coco amassada e transformada em pasta é utilizada em aplicações locais para o tratamento das hemorróidas, pois funciona como adstringente e cicatrizante. Alem disso, o coco é:
Antiinflamatório - A água e a polpa agem reduzindo as inflamações.
Aperiente - A polpa estimula o apetite.
Calmante - O leite de coco atua como sedativo leve.
Depurativo do sangue - A polpa comida regularmente desintoxica o sangue.
Diurético - A água atua como estimulante da função renal.
Febrífugo - A água e o leite reduzem a febre.
Mineralizante - A polpa tem essa propriedade por seu teor mineral.
Tônico - Se usado regularmente, fortalece o organismo.
Vermífugo - O leite de coco é usado principalmente contra as solitárias (tenífugo).
Diversos estudos publicados em periódicos médicos mostram que o coco, em várias de suas formas e componentes pode produzir uma larga escala de benefícios. Alguns deles são:
Tem efeito destrutivo em vírus causadores de influenza, herpes, sarampo, hepatite C, SARS (pneumonia asiática), AIDS e outras doenças infecciosas.
Tem efeito destrutivo na bactéria Heliobacter pilori, infeccções de garganta, urinárias, doenças gengivais etc. Tem efeito ainda em fungos e leveduras causadores de candidíase, micoses, freiras e outras infeccções.
Expulsa parasitas como solitárias, giárdia, piolhos e outros.
É fonte nutricional de energia rápida para o desempenho físico de atletas.
Reduz os sintomas associados à pancreatite.
Contribui para a remissão dos sintomas associados às doenças da vesícula biliar. Incrementa a digestão e o funcionamento intestinal.
O óleo de coco possui menos calorias que outros óleos vegetais.
Favorece a glândula tireóide.
Ajuda a reduzir os sintomas presentes na hiperplasia benígma da próstata.
Ajuda a reduzir as convulões epiléticas.
Promove a beleza e a saúde capilar.
O óleo de coco extra-virgem na cozinha
O óleo de coco conserva-se por longos períodos, sem necessidade de refrigeração ou da adição de produtos químicos.
Os óleos vegetais, principalmente os polinsaturados, como os da soja, milho, girassol, canola etc, sofrem alterações químicas e físicas que geram altos níveis de gordura trans no processo culinário. A vantagem das gorduras saturadas, como as do coco, porco e outras, é que são mais resistentes à oxidação e mais estáveis ao calor. A gordura da coco é de cadeia média, e ao contrário dos óleos polinsaturados, não deixa as células famintas, permitindo a entrada de insulina nas células.
O óleo de coco tem alto índice de ácido láurico, um poderoso antiinflamatório. Além disso, tem efeito cosmético, podendo ser aplicado nos cabelos como condicionador e sobre a pele para amenizar e reduzir as rugas existentes.
O óleo de coco tem alto índice de ácido láurico, um poderoso antiinflamatório. Além disso, tem efeito cosmético, podendo ser aplicado nos cabelos como condicionador e sobre a pele para amenizar e reduzir as rugas existentes.
Fonte: Livro "O poder medicinal do coco e do óleo de coco extra virgem. Dr. Márcio Bontempo
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