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14 de julho de 2014

A soja está aumentando a população gay?

Como estes temas que estou trazendo são completamente novos para a grande maioria das pessoas e muitos deles são assustadores pelas possíveis consequências para nossas vidas, vou anexar mais este que por certo é extremamente polêmico e vai levantar muitos ânimos prós e contras.
É um texto do pastor americano James Rutz que fez um alerta: a soja está produzindo “gays endócrinos“, ou seja, o excesso de isoflavonas que os bebês recebem, até mesmo durante sua formação gestacional, poderia estar associada ao aumento de jovens gays pelo mundo afora.
Como a questão da homossexualidade é um tema ainda controverso e cada um tem a sua opinião, este texto está sendo colocado aqui apenas para trazer o tema à tona e possibilitar o seu questionamento, análise e novas pesquisas.
O texto inicial se intitula: “Soy is making kids ‘gay”, ou “A soja está fazendo crianças gays“. Vamos, então, ao texto:

“Existe algo que está lentamente envenenando e prejudicando gravemente nossos filhos e ameaçando estraçalhar nossa sociedade. A parte irônica é que é um ‘alimento saudável’, um dos mais populares.
Ora, sou um cara adepto de alimentos saudáveis, um fanático que raramente permite na cozinha qualquer alimento que não seja orgânico. Declaro aqui que tenho preferência por alimentos naturais, de modo que você saberá que não sou contra os alimentos saudáveis.
O perigoso alimento sobre o qual estou falando é a soja. Os produtos de soja são feminizadores, e estão em toda parte. Não dá mais para escapar deles.
 Não tenho nada contra um lanche de soja de vez em quando. A soja é nutritiva e contém muitas coisas boas. Entretanto, infelizmente, quando comemos ou bebemos muitas coisas de soja, estamos também ingerindo quantidades significativas de estrógenos.
 Estrógenos são hormônios femininos. Se você é mulher, você está inundando seu sistema com uma substância com a qual, em excesso, o seu sistema não conseguirá lidar. Se você é homem, você está suprimindo sua masculinidade e estimulando seu ‘lado feminino’, tanto física quanto mentalmente.
No desenvolvimento fetal, o padrão normal é ser feminino. Todos os seres humanos (até mesmo na velhice) tendem para com a feminilidade. A principal coisa que impede os homens de se desviarem para o modelo feminino é a testosterona, e o excesso de estrógeno suprime a testosterona.
Se você é adulto, você já se desenvolveu, e tem condições de combater alguns dos efeitos prejudiciais da soja. Os bebês não têm tanta sorte. As pesquisas agora mostram que quando você alimenta seu bebê com alimentos de soja, você está dando a ele o equivalente a cinco pílulas anticoncepcionais por dia. O sistema endócrino do bebê simplesmente não consegue lidar com esse tipo de agressão em massa. Por isso, é inevitável que o bebê sofra alguns danos. Na pior das hipóteses, os danos podem ser fatais.
A soja é feminizadora, e comumente leva a uma diminuição no tamanho do pênis, confusão sexual e homossexualidade. É por isso que a maior parte da culpa médica (não sócio-espiritual) do aumento hoje de homossexualismo está no aumento de leite de soja para bebês e outros produtos de soja. (A maioria dos bebês são alimentados por mamadeira durante alguma parte de sua infância, e um quarto deles recebe leite de soja!) Os homossexuais muitas vezes argumentam que a homossexualidade deles é inata porque ‘eu não consigo lembrar de uma época em que eu não era homossexual’. Não, a homossexualidade é sempre um desvio sexual. Mas agora muitos deles podem, com toda a verdade, dizer que eles não podem se lembrar de uma época em que o excesso de estrógeno não os estava influenciando.
Os médicos comumente esperavam que a soja reduzisse os efeitos da menopausa (calorão), impedisse o câncer e as doenças cardíacas e salvasse milhões de vidas da fome no Terceiro Mundo. Isso foi antes que eles soubessem mais coisas acerca do uso da soja por um longo período. Agora sabemos que ela é um exemplo clássico de uma cura que é pior do que a doença. Por exemplo, se seu bebê tem cólica pelo leite de vaca, você muda o alimento dele para leite de soja? Nem mesmo pense nisso. O nível de fitoestrógeno dele subirá 20 vezes o normal. Se o bebê for menina, prepare-se para observá-la alcançar o início da menstruação aos sete anos, roubando anos da infância dela. Se for menino, é bem pior: Ele demorará muito mais do que o normal para chegar à puberdade.
Uma pesquisa realizada em 2000 mostrou que uma dieta com base na soja em qualquer idade pode levar a uma tiróide fraca, que comumente produz problemas cardíacos e excesso de gordura. Será que isso poderia explicar o aumento dramático de obesidade hoje?
Pesquisas recentes em ratos mostram atrofia testicular, infertilidade e hipertrofia (aumento) do útero. Isso ajuda a explicar a epidemia de infertilidade e crescimento repentino de clínicas de fertilidade. Mas o que é triste é que ao se tornar adulto e querer se casar, será tarde demais para o bebê que foi prejudicado pela soja ser tratado por uma clínica de fertilidade.
Pior, há agora evidências científicas de que os ingredientes do estrógeno nos produtos de soja podem estar aumentando rapidamente a incidência de leucemia nas crianças. No ano mais recente, novos casos de leucemia pularam para 27 por cento. Em um ano apenas!
Há também uma conexão séria entre soja e câncer em adultos – principalmente câncer de mama. É por isso que os governos de Israel, Inglaterra, França e Nova Zelândia já estão adotando medidas bem duras contra a soja.
Em contraste triste, 60 por cento dos alimentos refinados nos supermercados americanos agora contêm soja. Pior, o uso da soja poderá duplicar nos próximos anos porque os burocratas médicos da Vigilância Sanitária dos EUA estão considerando permitir que os fabricantes de cereais, barras energéticas, leite de soja, iogurte de soja, etc. anunciem que ‘a soja impede o câncer’. Não impede.
 

9 de julho de 2013

A VERDADE SOBRE O ÓLEO DE CANOLA E OS TRANSGÊNICOS

O Azeite de Oliva vem das azeitonas. O Óleo de Girassol vem das sementes de girassol.
Mas o que é Canola? Canola é uma palavra inventada para um produto geneticamente modificado, transgênico.

CAN.O.L.A. = CANadian Oil Low Acid

É infelizmente uma invenção canadense subsidiada pelo governo. Os subsídios tornam o produto muito barato, por isso quase todos os alimentos processados ou embalados contém óleo de canola. Comece a ler os rótulos e checar os ingredientes.

Entenda o por que:
Óleo de canola é desenvolvido a partir de uma planta chamada colza, que pertence à família da mostarda. Estes óleos tem sido utilizados para fins industriais (velas, batons, sabonetes, tintas, lubrificantes e biocombustível). É um óleo industrial, e não um alimento!


O óleo de colza é a fonte por trás do gás mostarda, que pode nos causar enfisema, dificuldade respiratória, anemia, constipação, irritabilidade e cegueira. Mas através da beleza da modificação genética, nós agora vendemos este óleo como um óleo comestível.


A alegação sobre a canola ser segura para consumo é que através da modificação genética ela deixa de ser colza, e passar a ser canola. Mas a canola é apenas a colza geneticamente modificada. O óleo de canola passou a ser comercializado como um óleo maravilhoso, com baixos níveis de gorduras saturadas e com um ótimo aporte de ômega

3.  Acredita-se que a colza tenha efeito cumulativo, e que seus sintomas levam cerca de 10 anos para começar a se manifestar. Um possível efeito à longo prazo seria a destruição do revestimento de proteção no cérebro, em torno dos nervos, chamado bainha de mielina.

Alguns dos sintomas são:
*Tremores e agitação
*Falta de coordenação ao caminhar ou escrever
*Fala arrastada
*Deterioração dos processos de memória e pensamento
*Redução ou difusão da audição
*Dificuldade para urinar / incontinência urinária
*Problemas respiratórios / falta de ar
*Crise nervosa
*Dormência e formigamento nas extremidades
*Problemas cardíacos / arritmia
Do ponto de vista nutricional, estudos demonstram que o óleo de canola depleta vitamina E. Há tendêndia para inibir o metabolismo adequado dos alimentos e nossa função enzimática. Também suprime o sistema imunológico.

Qual a realidade dos alimentos geneticamente modificados?
A previsão é de que em 2020 a área plantada com culturas transgênicas alcançará 49 milhões de hectares e o uso de agrotóxicos continuará em disparada.
O TOP  de alimentos geneticamente modificados são:
*Canola , *Milho , *Soja
Não muito distantes estão a batata, o tomate, o pimentão, o amendoim e o girassol. 

Empresas que utilizam alimentos geneticamente modificados:

*Kellogs (Sucrilhos)
*Coca-Cola
*Hershey’s
*Gatorade
*Quaker
*Unilever (Ades...)
*Ragu
*PepsiCo (Doritos, Ruffles, Elma Chips, Cheetos...)

Nos Estados Unidos tentaram criar uma legislação que obrigasse a rotulagem de produtos geneticamente modificados em supermercados. Então três empresas: Kellog’s, Monsanto e DuPont gastaram 55milhões de dólares para lutar contra isso, e ganharam a causa. Portanto não é obrigatório para as empresas deixar que os consumidores saibam quando o produto é geneticamente modificado ou não. 

Prejuízos causados por produtos geneticamente modificados:
1) Reações alérgicas
Nosso corpo não foi criado para reconhecer e consumir produtos geneticamente modificados. Eles contém substâncias que são consideradas estranhas ao nosso organismo, e podem interferir no nosso trato gastrointestinal e na nossa corrente sanguínea.


2) Resistência à antibióticos
Muitas plantas modificadas geneticamente foram projetadas para se tornarem resistentes. Nós consumimos essa mesma toxina, que por sua vez, pode produzir resistência aos medicamentos antibióticos.


3) Câncer
Alimentos modificados geneticamente são uma ofensa para nossas células. Elas deprimem o sistema imunológico e podem favorecer o desenvolvimento do câncer.


4) Imuno supressão
Nosso sistema imune não reconhece alimentos modificados geneticamente. Com isso, o nosso corpo fica trabalhando para expulsá-los o mais rápido possível, e sobra menos tempo para que ele trabalhe para o nosso bem-estar.


5) Além de tudo que foi citado acima, alimentos geneticamente modificados têm um efeito negativo sobre a natureza. Eles afetam o equilíbrio da terra, prejudicam as plantas selvagens e  prejudicam o ciclo de vida de animais selvagens.

O QUE PODEMOS FAZER?
De modo geral, evite alimentos processados, pois as chances de conter alimentos geneticamente modificados é muito maior.
Procure apoiar os agricultores locais que vendem orgânicos. Não compre ou consuma qualquer alimento que contenha canola.

Alimentos geneticamente modificados são assustadores, mas com pequenas mudanças nós podemos incorporar uma alimentação mais saudável ao nosso dia-a-dia!


Texto por Dra. Loraine Targa

12 de maio de 2012

Os benefícios do cogumelo Reishi

Reishi é um cogumelo também chamado de ganoderma lucidum. Usado na China  milenarmente, era conhecido como a erva milagrosa ou erva do imperador. Devido aos efeitos medicinais passou a ser chamado de Lei-ci, que significa  "cogumelo espiritual ou divino". Trata-se de um cogumelo vermelho gigante que nasce nas montanhas geladas do norte da China. O reishi é um dos remédios sagrados da antiga medicina há mais de 3 mil anos. No Japão o reishi é considerado como um alimento capaz de aprimorar e manter a beleza e a saúde, sendo registrado pelo governo japonês como remédio, funcionando como um alimento funcional.
Na medicina ayurvédica o reshi é aplicado sistematicamente toda vez que for necessário restabelecer o equilíbrio do corpo doente.
Empiricamente o reishi mostra efeito analgésico, sendo benéfico principalmente para doentes em estado adiantado, além disso o reishi contribui para o aumento do apetite.
Os estudos realizados por importantes laboratórios no Ocidente revelaram a presença de triterpenos, fenóis e de polissacarídeos importantes, além de aminoácidos, que trabalham como restauradores de funções celulares e metabólicas. O cogumelo é rico em minerais como cálcio, ferro, magnésio, manganês e potássio.
Experiências ainda no Japão mostram que o reishi possui efeito anticancerígeno, o que pode ser atribuído ao germânio orgânico, componente importante desse cogumelo.
Recentes estudos da pesquisa sobre o reishi, relatados pelo Laboratório Botânico da faculdade de Ciências de Pequim mostram sua eficácia no tratamento auxiliar dos seguintes problemas: bronquite crônica, angina pectoris, enfarte do miocárdio, arteriosclerose, hipercolesterolemia, hipertensão arterial, doenças hematológicas (relativas a produção de sangue) e hepatite; além destas o reishi mostrou efeito analgésico e calmante, hepatoprotetor, fortalecedor das funções hematogênicas, auxiliar da coagulação sanguínea e melhoria das funções intestinais.
Empiricamente observado, o uso contínuo do reishi desintoxica o sangue, melhora a circulação sanguínea e aumenta a resistência contra enfermidades.
Não há posologia definida, principalmente por não haver nenhum fator tóxico presente no produto em quantidades normais.

Fonte: Guia Médico da Saúde Natural, Dr. Márcio Bontempo
Créditos da imagem: panorâmio.com

22 de janeiro de 2012

Aspartame - um mundo envenenado

Esse documentário é muito esclarecedor e vem confirmar o que já postei aqui sobre esse veneno. Se você consome refrigerante diet, sucos em pó, iogurte light, fique atento ao rótulo e evite a todo custo.




20 de outubro de 2011

Açaí tem potencial anticancerígeno, revela estudo

O segredo da fruta seriam seus antioxidantes. Foto: Divulgação


Mais uma indicação do potencial anticancerígeno do açaí acaba de ser anunciada. Um grupo norte-americano publicou artigo no Journal of Agricultural and Food Chemistry em que descreve como os antioxidantes contidos no fruto originário da Amazônia conseguiram destruir células cancerosas.

O estudo mostra que os extratos do açaí foram capazes de estimular a destruição de até 86% das células de leucemia testadas. “O açaí é considerado uma das mais ricas fontes de antioxidantes e esse estudo representa um importante passo no sentido de entender os possíveis ganhos com o uso de bebidas, suplementos dietéticos e outros produtos feitos com o fruto”, disse Stephen Talcott, professor do Instituto de Ciências Alimentícias e Agrícolas da Universidade na Flórida, em comunicado da instituição.

O pesquisador ressalta que os resultados não significam que o fruto possa prevenir leucemia em humanos. “Nós trabalhamos com um modelo de cultura celular e não queremos dar falsas esperanças a ninguém. Mas os resultados encontrados até o momento são encorajadores, pois compostos que mostram boas atividades contra células cancerosas em modelos em laboratório têm potencial para oferecer efeitos benéficos no organismo humano”, disse.

Talcott lembra também que estudos anteriores indicaram a capacidade de destruir células cancerosas de antioxidantes contidos em outros frutos, como uvas, goiabas e mangas. Segundo o pesquisador, ainda não se sabe muito bem quais são os efeitos dos antioxidantes em tais células no organismo humano, uma vez que fatores diversos como absorção de nutrientes, metabolismo e outros processos bioquímicos podem influenciar a atividade dessas substâncias.

O grupo de Talcott está em meio a outro estudo, com conclusão prevista para este ano, para investigar os efeitos dos antioxidantes do açaí, conhecido nos Estados Unidos como “brazilian berry”, em voluntários saudáveis. A pesquisa pretende determinar como esses componentes são absorvidos pelo sangue e como eles afetam a pressão sangüínea, os níveis de colesterol e outros indicadores.

Os pesquisadores pretendem também conhecer melhor o fruto amazônico, que estimam ter pelo menos 75 componentes ainda não identificados. “Um dos motivos por que conhecemos tão pouco a respeito do açaí tem a ver com o fato de ele ser altamente perecível, sendo usado tradicionalmente logo após a colheita. Como produtos feitos a partir do fruto processado existem há poucos anos, cientistas de outros países ainda não tiverem muita oportunidade de estudá-lo”, explica Talcott.

O cientista destaca ainda que muito tem se falado sobre as propriedades do açaí, mas que a maioria delas não foi comprovada cientificamente. “Estamos apenas começando a entender a complexidade do fruto e seus efeitos para a promoção da saúde”, disse.

O grupo da Universidade da Flórida é um dos primeiros de fora do Brasil a estudar o açaí. O fruto é produzido pela palmeira Euterpe oleracea, planta típica de várzea. 

Fonte: FAPESP

Conheça a planta que atrai boas energias

                             A  Zamioculca é uma planta originária da Tanzânia, na África .  Ela pertence à família das Araceae e seu nome ...