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19 de setembro de 2013

Carta-resposta aos ataques de empresas de agrotóxico contra pesquisadores da Fiocruz.

Uma verdade cientificamente comprovada: os agrotóxicos fazem mal à saúde das pessoas e ao meio ambiente
Historicamente, o papel da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) e da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) é de produção de conhecimento científico pautado pela ética e pelo compromisso com a sociedade e em defesa da saúde, do ambiente e da vida. Essas instituições tiveram e têm contribuição fundamental na construção e no fortalecimento do Sistema Único de Saúde.
Quando pesquisas desenvolvidas nas referidas instituições contrariam interesses de negócios poderosos, incluindo o mercado de agrotóxicos, que movimenta anualmente bilhões de reais, eventualmente elas sofrem ataques ofensivos que, transcendendo o legítimo debate público e científico, visam confundir a opinião pública utilizando subterfúgios e difamações para a defesa e manutenção do uso de substâncias perigosas à saúde e ao meio ambiente.
A Fiocruz, o Inca e a Abrasco não se eximem de seus papéis perante a  sociedade e cumprem a missão de zelar pela prevenção da saúde e proteção da população. Por esta razão têm se posicionado claramente no que diz respeito aos perigos que os agrotóxicos e outras substâncias oferecem à saúde e ao meio ambiente. Desde 2008, o Brasil lidera o ranking de uso de agrotóxicos, o que gera um contexto de alto risco e exige ações prementes de controle e de transição para modelos de produção agrícola mais justos, saudáveis e sustentáveis.
As pesquisas sociais, clínicas, epidemiológicas e experimentais desenvolvidas a partir de pressupostos da saúde coletiva, em entendimento à complexa determinação social do processo saúde-doença, envolvem questões éticas relativas às vulnerabilidades sociais e ambientais que necessariamente pertencem ao mundo real no qual as populações do campo e das cidades estão inseridas.
Neste sentido, a Fiocruz, o Inca e a Abrasco estão seguros do cumprimento de seu papel. Portanto, repudiam a acusação de que são guiados por um “viés ideológico” e sem qualidade científica. As referidas instituições defendem os interesses da saúde pública e dos ecossistemas, em consonância com os direitos humanos universais, e firmados pelos princípios constitucionais que regem o Brasil.
A Fiocruz, o Inca e a Abrasco atuam há décadas em parceria com diversas universidades e institutos de pesquisas, como a Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), em que atua o professor e pesquisador Wanderlei Pignati – citado em reportagem da revista “Galileu” mencionada abaixo –, e outros que desenvolvem pesquisas sobre os impactos dos agrotóxicos e de micronutrientes na saúde e no ambiente que são idôneas, independentes, críticas, commetodologias consistentes e livres de pressões de mercado. Tais pesquisas vêm revelando a gravidade, para a saúde de trabalhadores e da população em geral, do uso de agrotóxicos, e reforçam a necessidade de medidas mais efetivas de controle e prevenção, incluindo o banimento de substâncias perigosas já proibidas em outros países e o fim da pulverização aérea.
O “Dossiê Abrasco–Um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na Saúde” registra e difunde a preocupação de pesquisadores, professores e profissionais com a escalada ascendente de uso de agrotóxicos no Brasil e a contaminação do ambiente e das pessoas dela resultante, com severos impactos na saúde pública e na segurança alimentar e nutricional da população.
Os agrotóxicos podem causar danos à saúde extremamente graves, como alterações hormonais e reprodutivas, danos hepáticos e renais, disfunções imunológicas, distúrbios cognitivos e neuromotores e cânceres, dentre outros. Muitos desses efeitos podem ocorrer em níveis de dose muito baixos, como os que têm sido encontrados em alimentos, água e ambientes contaminados. Além disso, centenas de estudos demonstram que os agrotóxicos também podem desequilibrar os ecossistemas, diminuindo a população de espécies como pássaros, sapos, peixes e abelhas. Muitos desses animais também desempenham papel importante na produção agrícola, pois atuam como polinizadores, fertilizadores e predadores naturais de outros animais que atingem as lavouras. O “Dossiê Abrasco” cita dezenas dos milhares de estudos publicados em periódicos científicos nacionais e internacionais de renome que comprovam esses achados.
É direito da população brasileira ter acesso às informações dos impactos dos agrotóxicos. Faz-se necessário avançar na construção de políticas públicas que possam proteger e promover a saúde humana e dos ecossistemas impactados negativamente pelos agrotóxicos, assim como fortalecer a regulação do uso dessas substâncias no Brasil, por meio do SUS.
Nesse sentido, a Fiocruz, o Inca e a Abrasco repudiam as declarações do diretor-executivo da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), Eduardo Daher, e de Ângelo Trapé, da Unicamp, veiculadas na revista “Galileu” nº 266, edição de setembro de 2013, e também na entrevista divulgada no site da publicação, que atentam contra a qualidade científica das pesquisas desenvolvidas nessas instituições e, em especial, contra o “Dossiê Abrasco – Um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na Saúde”. As palavras do diretor-executivo da Andef, que tentam desqualificar e macular a credibilidade dessas instituições, são inéditas, dado o prestígio nacional e internacional e a relevância secular que temos na área da pesquisa e formulação de políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação em saúde, bem como na formação de profissionais altamente qualificados.
A Andef é uma associação de empresas que produzem e lucram com a comercialização de agrotóxicos no Brasil. Em 2010, o mercado dessas substâncias movimentou cerca de US$ 7,3 bilhões no país, o que corresponde a 19% do mercado global de agrotóxicos. As seis empresas que controlam esse segmento no Brasil são transnacionais (Basf, Bayer, Dupont, Monsanto, Syngenta e Dow) e associadas à Andef. As informações sobre o mercado de agrotóxicos noBrasil, assim como a relação de lucro combinado das empresas na venda de sementes transgênicas e venenos agrícolas, estão disponíveis no referido Dossiê Abrasco “Um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na Saúde”.
A Fiocruz, o Inca e a Abrasco não aceitarão pressões de setores interessados na venda de agrotóxicos e convocam a sociedade brasileira a tomar conhecimento e se mobilizar frente à grave situação em que o país se encontra, de vulnerabilidade relacionada ao uso massivo de agrotóxicos. 
Rio de Janeiro, 06 de setembro de 2013.

22 de janeiro de 2012

Aspartame - um mundo envenenado

Esse documentário é muito esclarecedor e vem confirmar o que já postei aqui sobre esse veneno. Se você consome refrigerante diet, sucos em pó, iogurte light, fique atento ao rótulo e evite a todo custo.




6 de abril de 2010

A saúde depende do seu intestino

Hipócrates já dizia, somos o que comemos. Pouca gente dá importância ao intestino, mas saiba que esse órgão não foi feito apenas para eliminar o que comemos, mas também para processar nutrientes, sintetizar vitaminas como a B12, a vitamina K e D, fabricar neurotransmissores como a serotonina e dopamina. A ciência já descobriu que o nosso intestino age independente do nosso cérebro, sendo classificado como segundo cérebro. Quando acontece a prisão de ventre, ocorre alteração de humor, fermentação, a pessoa fica fica "enfezada".
A alimentação atual contribui para a obstipação em face da dieta pobre em fibras, estresse, poluição ambiental, uso de remédios alopáticos, adoçantes artificiais, açúcar refinado, carnes e frango contaminados com hormônios e antibióticos, leite de vaca e derivados.
A seguir assistam um vídeo sobre o intestino. Por que não fazer uma limpeza de vez em quando? Seu corpo agradecerá. 
"Deixas sair o que estás em ti e tu salvarás" (Evangélio Apócrifo de Tomé)


23 de maio de 2009

A toxicidade do flúor

A opinião largamente difundida de que o flúor dissolvido na água da torneira é preventivo das cáries está muito longe da verdade e o fato alarmante demonstrado em pesquisas independentes e altamente fundamentadas é que o flúor produz mais danos do que benefícios. Vale a pena rememorar aqui certos fatos históricos ocorridos durante a II Guerra Mundial. Havia muito esforço do governo dos EUA, para ganhar a guerra, com a construção de aeronaves e a produção de alimentos, panelas e utensílios de alumínio para os soldados e toda a nação americana e aliados. É ponto pacífico que a indústria de alumínio e de fertilizantes desempenhou um marcante papel nessa fase de esforço bélico que demandou a colaboração da indústria com a nação americana. Havia entretanto, um obstáculo. A produção industrial do alumínio e dos fertilizantes produzia uma astronômica quantidade de fluoreto, um sal do flúor, um elemento natural, que, em mínimas quantidades age como contaminante na cadeia alimentar, mas que pode agir como um tóxico com maior potência do que o arsênico. Tanto o sal de flúor,o fluoreto de sódio , como o ácido fluorosilícico e contaminantes como o arsênico e o chumbo podem fazer parte dos dejetos industriais das citadas indústrias. Por falar nisso, o flúor já foi empregado outrora como inseticida e raticida. Vale dizer que as indústrias começaram a eliminar os dejetos com o flúor na atmosfera pelas chaminés, mas houve um grande impacto ambiental com danos em colheitas de frutas, doenças nas pessoas e no gado em fazendas da vizinhança, mortandade de peixes em rios da proximidade, o que deu ensejo a processos judiciais e vultosas indenizações exigidas das empresas pelos danos produzidos.
Um atentado à saúde pública do lobby da fluoretação.
Por pressão política o Serviço de Saúde Pública dos EUA(US Public health Service), subordinado ao Departamento do Tesouro Americano, então dirigido por Andrew Mellon, ninguém menos que um membro da família proprietária da ALCOA(Aluminum Company of América), fez um controverso estudo proclamando que 1 ppm de flúor na água(1 mg por 1 litro) reduzia a incidência de cáries em 60 % e assim foi proposta a fluoretação do abastEcimento de água das cidades americanas.Da noite para o dia, o preço do fluoreto de sódio, o mesmo produto usado como insetida e raticida e devendo ser descartado como dejeto industrial, subiu mais de 1000 % no mercado internacional e o problema de livrar o meio ambiente de um produto corrosivo e tóxico foi felizmente resolvido. O lobby difundiu a idéia para outros paises e contou até com a recomendação da Organização Mundial de Saúde.No entanto, certos paises, como a França, a Itália e a Noruega jamais aceitaram a fluoretação e outros como a Índia, já tinham experiência de efeitos danosos sobre a população suprida com água oriunda de solos ricos em flúor, que apresentava sinais inquietantes de envelhecimento precoce, com calcificação anômala óssea e degeneração dos ossos e articulações.
Danos para a saúde produzidos pelo flúor pelo aumento da ingestão da água fluoretada.
Cabe a pergunta? Qual é finalmente a utilidade do flúor? O que se sabia seguramente era o seu uso antigo como veneno para ratos e baratas. E no tocante á água fluoretada, recomendada pelo lobby do flúor , seria benéfica?. Ao contrário. Há sólida evidência, pelo menos, em oito rigorosos estudos , que o uso da água fluoretada como bebida e no preparo de alimentos, aumenta o risco de fratura do fêmur de 20 a 40 %, Por sinal, havia antes a suposição de que o flúor poderia ajudar a prevenir a osteoporose.No entanto, os estudos de observação prolongada revelaram em centenas de milhares de pessoas, sob cuidadoso controle, que o flúor aumenta a densidade do osso, mas o converte em uma estrutura anômala e frágil, sujeita a quebrar , sem maiores traumas ou provocações . É ponto pacífico que o flúor , um contaminante presente em pequenas quantidades na água tornou-se cada vez mais concentrado nos alimentos e nas bebidas e a partir de 0,60 ppm(0,60 mg por L), torna-se cumulativo, concentrando-se preferencialmente na tireóide , nos ossos e nos rins.Produz de maneira disseminada um hipotiroidismo , já descrito desde 1854, geralmente atribuído a outras causas, e além disso, causa degeneração óssea e articular sobretudo nas pessoas idosas. O flúor como um tóxico conhecido, inibe várias enzimas e interfere com a síntese do colágeno, a principal proteína do organismo, sendo considerado um fator de envelhecimento.
Ação tóxica de flúor em diversos órgãos e sistemas.
Mediante a inibição de várias enzimas, o flúor pode comprometer o funcionamento intestinal particularmente agindo sobre a digestão que se torna lenta, com flatulência e distensão abdominal. Esse efeito também é decorrente do hipotiroidismo que acompanha a presença do flúor em quantidade cumulativa na cadeia alimentar. Igualmente, por interferência das enzimas necessárias à função cardiovascular, e também pela deficiência tireóidea , há maior ocorrência de morbiletalidade cardíaca nas comunidades supridas com água fluoretada. Vale lembrar que enquanto nos EUA, a fluoretação é um programaadotado pelas municipalidades sob a influência do lobby, que implantou o método em 75 % das cidades norteamericanas, no Brasil o programa de fluoretação compulsória abrange todas as cidades brasileiras sob a forma de uma intervenção terapêutica em massa, o que é inadmissível, em se tratando de um processo altamente controverso já banido em quase todo o mundo nos paises que dispõem de legislação sanitária e proteção ambiental atuantes. Além disso, estudos emergentes têm demonstrado a ação do flúor em lesar o sistema imunitário, abrindo a trilha para o surgimento de doenças auto-imunes tais como artrite reumatóide, lupus, tiroidite de Hashimoto, vitiligo,etc. Na sua condição de veneno protoplásmico, também interfere com a molécula do DNA, onde causa danos, e torna-se um fator indutor do câncer, pela incapacidade do organismo proceder o sistema de reparo do DNA, que depende da integridade da cadeia enzimática do genoma. O organismo perde a capacidade de reparo do DNA, ou seja, fica comprometida a correção dos defeitos do DNA, que ao longo da vida acontecem, o que pode levar ao câncer, sobretudo da tireóide, da boca, da pele, da bexiga, da próstata e da mama e dos ossos,sendo que essa última patologia pode ocorrer nas crianças e nos jovens.
Fonte: recebido via email.
Livro: 100 anos de mentira como proteger-se das ameaças químicas que estão destruindo a sua saúde.

6 de abril de 2009

O perigo oculto das vacinas

De acordo com a maioria dos especialistas em saúde pública, os avanços mais importantes obtidos no combate e prevenção às doenças infecciosas, desde o final do século XIX não foram devidos à introdução das vacinas, mas à melhoria nas condições de saúde pública, de modo geral, como resultado do consumo de água mais limpa e tratamentos de esgotos mais eficientes. Atualmente, o governo tem investido muito na vacinação, pelo fato das pessoas estarem com um sistema imunológico deficiente e mal nutrido. Por outro lado, as vacinas, nem sempre são seguras ou eficazes, veja alguns exemplos:
A publicação médica britânica The lancet publicou um relatório, em 1980, sobre um teste de vacinação realizado na ìndia, envolvendo 260 mil pessoas, por meio da qual descobriu-se que mais casos de tuberculose ocorriam em pessoas vacinadas contra essa doença do que entre aquelas que não haviam recebido a vacina.
Em 1994, uma edição do The New England Journal of Medicine relatou que ao menos 80% das crianças com idade abaixo de cinco anos que desenvolveram coqueluche já haviam sido vacinadas contra essa doença. Existe um aspecto desfavorável relativo às vacinas - especialmente para as crianças. O problema não são as vacinas: são os aditivos contidos nelas. Aditivos comumente utilizados na formulação incluem mercúrio, alumínio, formaldeído, glutamato monossódico, sulfetos e etilenoglicol (anticoagulante). Cada um desses aditivos já teve conexões estabelecidas com distúrbios que vão desde danos ao cérebro e aos nervos até autismo e DDAH (distúrbio do déficit de atenção e hiperatividade). Em média, a quantidade de mercúrio que as crianças recebem proveniente das vacinas, no início de suas vidas, represente todo o volume de mercúrio a que uma pessoa pode se expor, com segurança, durante toda a vida. Segundo relatórios médicos de vários países, comprovam que crianças vacinadas, além de desenvolverem níveis de QI mais baixos, sofrem uma maior incidência de problemas comportamentais, asma e diabetes do que crianças não vacinadas.
Fonte: Livro Cem anos de mentira: como proteger-se dos produtos químicos que estão destruindo a sua saúde, Autor Randall Fitzgerald.
Informações também sobre autismo X mercúrio no site http://www.bioautismo.cl/

Conheça a planta que atrai boas energias

                             A  Zamioculca é uma planta originária da Tanzânia, na África .  Ela pertence à família das Araceae e seu nome ...