A opinião largamente difundida de que o flúor dissolvido na água da torneira é preventivo das cáries está muito longe da verdade e o fato alarmante demonstrado em pesquisas independentes e altamente fundamentadas é que o flúor produz mais danos do que benefícios. Vale a pena rememorar aqui certos fatos históricos ocorridos durante a II Guerra Mundial. Havia muito esforço do governo dos EUA, para ganhar a guerra, com a construção de aeronaves e a produção de alimentos, panelas e utensílios de alumínio para os soldados e toda a nação americana e aliados. É ponto pacífico que a indústria de alumínio e de fertilizantes desempenhou um marcante papel nessa fase de esforço bélico que demandou a colaboração da indústria com a nação americana. Havia entretanto, um obstáculo. A produção industrial do alumínio e dos fertilizantes produzia uma astronômica quantidade de fluoreto, um sal do flúor, um elemento natural, que, em mínimas quantidades age como contaminante na cadeia alimentar, mas que pode agir como um tóxico com maior potência do que o arsênico. Tanto o sal de flúor,o fluoreto de sódio , como o ácido fluorosilícico e contaminantes como o arsênico e o chumbo podem fazer parte dos dejetos industriais das citadas indústrias. Por falar nisso, o flúor já foi empregado outrora como inseticida e raticida. Vale dizer que as indústrias começaram a eliminar os dejetos com o flúor na atmosfera pelas chaminés, mas houve um grande impacto ambiental com danos em colheitas de frutas, doenças nas pessoas e no gado em fazendas da vizinhança, mortandade de peixes em rios da proximidade, o que deu ensejo a processos judiciais e vultosas indenizações exigidas das empresas pelos danos produzidos.
Um atentado à saúde pública do lobby da fluoretação.
Por pressão política o Serviço de Saúde Pública dos EUA(US Public health Service), subordinado ao Departamento do Tesouro Americano, então dirigido por Andrew Mellon, ninguém menos que um membro da família proprietária da ALCOA(Aluminum Company of América), fez um controverso estudo proclamando que 1 ppm de flúor na água(1 mg por 1 litro) reduzia a incidência de cáries em 60 % e assim foi proposta a fluoretação do abastEcimento de água das cidades americanas.Da noite para o dia, o preço do fluoreto de sódio, o mesmo produto usado como insetida e raticida e devendo ser descartado como dejeto industrial, subiu mais de 1000 % no mercado internacional e o problema de livrar o meio ambiente de um produto corrosivo e tóxico foi felizmente resolvido. O lobby difundiu a idéia para outros paises e contou até com a recomendação da Organização Mundial de Saúde.No entanto, certos paises, como a França, a Itália e a Noruega jamais aceitaram a fluoretação e outros como a Índia, já tinham experiência de efeitos danosos sobre a população suprida com água oriunda de solos ricos em flúor, que apresentava sinais inquietantes de envelhecimento precoce, com calcificação anômala óssea e degeneração dos ossos e articulações.
Danos para a saúde produzidos pelo flúor pelo aumento da ingestão da água fluoretada.
Cabe a pergunta? Qual é finalmente a utilidade do flúor? O que se sabia seguramente era o seu uso antigo como veneno para ratos e baratas. E no tocante á água fluoretada, recomendada pelo lobby do flúor , seria benéfica?. Ao contrário. Há sólida evidência, pelo menos, em oito rigorosos estudos , que o uso da água fluoretada como bebida e no preparo de alimentos, aumenta o risco de fratura do fêmur de 20 a 40 %, Por sinal, havia antes a suposição de que o flúor poderia ajudar a prevenir a osteoporose.No entanto, os estudos de observação prolongada revelaram em centenas de milhares de pessoas, sob cuidadoso controle, que o flúor aumenta a densidade do osso, mas o converte em uma estrutura anômala e frágil, sujeita a quebrar , sem maiores traumas ou provocações . É ponto pacífico que o flúor , um contaminante presente em pequenas quantidades na água tornou-se cada vez mais concentrado nos alimentos e nas bebidas e a partir de 0,60 ppm(0,60 mg por L), torna-se cumulativo, concentrando-se preferencialmente na tireóide , nos ossos e nos rins.Produz de maneira disseminada um hipotiroidismo , já descrito desde 1854, geralmente atribuído a outras causas, e além disso, causa degeneração óssea e articular sobretudo nas pessoas idosas. O flúor como um tóxico conhecido, inibe várias enzimas e interfere com a síntese do colágeno, a principal proteína do organismo, sendo considerado um fator de envelhecimento.
Ação tóxica de flúor em diversos órgãos e sistemas.
Mediante a inibição de várias enzimas, o flúor pode comprometer o funcionamento intestinal particularmente agindo sobre a digestão que se torna lenta, com flatulência e distensão abdominal. Esse efeito também é decorrente do hipotiroidismo que acompanha a presença do flúor em quantidade cumulativa na cadeia alimentar. Igualmente, por interferência das enzimas necessárias à função cardiovascular, e também pela deficiência tireóidea , há maior ocorrência de morbiletalidade cardíaca nas comunidades supridas com água fluoretada. Vale lembrar que enquanto nos EUA, a fluoretação é um programaadotado pelas municipalidades sob a influência do lobby, que implantou o método em 75 % das cidades norteamericanas, no Brasil o programa de fluoretação compulsória abrange todas as cidades brasileiras sob a forma de uma intervenção terapêutica em massa, o que é inadmissível, em se tratando de um processo altamente controverso já banido em quase todo o mundo nos paises que dispõem de legislação sanitária e proteção ambiental atuantes. Além disso, estudos emergentes têm demonstrado a ação do flúor em lesar o sistema imunitário, abrindo a trilha para o surgimento de doenças auto-imunes tais como artrite reumatóide, lupus, tiroidite de Hashimoto, vitiligo,etc. Na sua condição de veneno protoplásmico, também interfere com a molécula do DNA, onde causa danos, e torna-se um fator indutor do câncer, pela incapacidade do organismo proceder o sistema de reparo do DNA, que depende da integridade da cadeia enzimática do genoma. O organismo perde a capacidade de reparo do DNA, ou seja, fica comprometida a correção dos defeitos do DNA, que ao longo da vida acontecem, o que pode levar ao câncer, sobretudo da tireóide, da boca, da pele, da bexiga, da próstata e da mama e dos ossos,sendo que essa última patologia pode ocorrer nas crianças e nos jovens.
Fonte: recebido via email.
Livro: 100 anos de mentira como proteger-se das ameaças químicas que estão destruindo a sua saúde.