31 de maio de 2009

A alimentação da mãe define o futuro do feto - II

Tudo que a mãe ingere influenciará na saúde e, também, na aparência física do feto.

O feto humano, enquanto está no líquido amniótico passa por um processo evolutivo semelhante aos dos animais aquáticos. Inicialmente, a boca é grande e parece estar rasgada e os olhos ficam localizados nas laterais da face. Depois, desenvolve-se o cérebro fazendo com que as laterais da face se projetem para frente, os olhos se locomovam para parte frontal da face, o nariz comece a se formar e a boca diminuir. É exatamente nesta etapa evolutiva que se forma um problema que é cada vez mais freqüente nos dias de hoje que é a formação dos lábios leporinos causados pelo suporte deficiente de nutrientes fornecidos pela mãe.

O reflexo da condição física da mãe não se limita a lábios leporinos. Podemos citar outros exemplos: Filhos com Síndrome de Down, filhos que nascem com nadadeiras entre os dedos, filhos com tendência a arritmia e, uma situação muito preocupante, filhos com prisão de ventre. A prisão de ventre infantil é provocada pela falta de rigidez do intestino que assim se formou por causa da alimentação desbalanceada da mãe. Falando-se em rigidez, observamos que há uma tendência, de forma generalizada, no aumento de crianças com falta de rigidez física. Em relação aos partos, percebemos, hoje em dia, que estes estão mais difíceis de acontecerem de forma natural porque os bebês estão cada vez maiores e os úteros cada vez mais flácidos. Vemos também que, nos últimos anos, aumentou o número de crianças que nascem sem ter o mínimo de força para chorar. O primeiro choro do bebê recém-nascido é extremamente importante pois, ao chorar, o bebê expele todas as substâncias que não mais necessita por estar, agora, respirando por vias aéreas. Além disso, o primeiro choro faz com que o corpo do bebê fique mais rijo e crie adaptabilidade para mamar.

Então, afinal, o que a mãe deve comer para gerar filhos com lábios firmes, rigidez física, órgãos perfeitos e saúde perfeita?

Na base da teoria da alimentação natural temos a lei das energias Yin e Yang. Alimentos com energia Yang têm efeito de contrair o corpo e as células e a energia yin de relaxar. São exemplos de alimentos com energia Yang a raízes cozidas e algas marinhas e exemplos de alimentos com energia Yin as frutas e doces. A alimentação ideal é aquela composta de alimentos com energia Yin e Yang de forma balanceada sendo que os menus compostos de cereais e verduras são os que atendem bem esta condição.

Devido às mudanças drásticas na alimentação percebemos que está ocorrendo uma redução muito grande na ingestão de minerais ao mesmo tempo em que ocorre o aumento de consumo de doces. Os doces (energia Yin) dificultam a absorção dos minerais formando um ciclo muito negativo. Para piorar, houve aumento no consumo de vegetais cultivados de forma não natural e alimentos preparados com aditivos químicos tornando o organismo das gestantes suscetível a problemas cancerígenos e ginecológicos.

No que concerne ao leite materno, nos primeiros três dias ele tem coloração amarelada onde contem uma substância que dá aos bebês a resistência para sobreviverem no novo ambiente. Após 3 dias o leite materno começa a branquear tornando-se um leite apropriado para promover o desenvolvimento do bebê como um ser humano saudável.

Interrompendo-se o aleitamento materno precocemente interrompe-se também o desenvolvimento natural do bebê, com comprometimento na constituição física, no desenvolvimento mental, no sistema imunológico levando-o a ficar propenso a resfriados, febres, alergias, etc. Para piorar, é administrado aos bebês que ficam sempre resfriados uma série de antibióticos que prejudicam grandemente o seu fígado e o seu intestino, gerando sucessivos problemas.

Por último, poderia acrescentar que, atualmente, as crianças acostumam desde cedo a consumirem alimentos ricos em aditivos químicos, gorduras e açucares. Estes alimentos contaminam o corpo, a mente e o espírito das crianças fazendo-as caírem em terrível ciclo vicioso.

Breve, publicaremos texto de Michio Kushi sobre alimentos com energia Yin e energia Yang.

28 de maio de 2009

A alimentação da mãe define o futuro do feto - Parte I

O comportamento destrutivo, a instabilidade emocional e a saúde frágil das crianças são problemas comuns que abrangem o mundo todo.

Gostaria de reforçar aqui a principal causa deste problema: as mães não estão comendo comida de gente. Parece ser uma afirmação polêmica, mas é fácil de entende-la. Quando as pessoas se alimentam com comida para seres humanos, tornam-se capazes de agir humanamente. Pensem bem. Não é lógico? Porém, o que ocorre é que, hoje em dia, as pessoas não estão agindo segundo esta lógica. Pode parecer ridículo acreditar que as pessoas se transformam naquilo que comem. Mas existem muitas provas para esta afirmação.

Tudo o que a mãe ingere durante o período de gestação reflete claramente no comportamento de seu filho após nascer. As mães que consomem muito leite e carne bovina têm filhos lentos. Filhos de mães que comeram muitos ovos e carne de frango, têm um comportamento irrequieto e assim por diante. É óbvio dizer que o feto de um ser humano possui genes humanos e está predestinado a se desenvolver e se tomar um ser humano. O que não é óbvio para a maioria das pessoas é a lógica de que quando o feto recebe alimentos que não foi feito para ele, o seu curso normal de desenvolvimento sofre interferência. A a alimentação das gestantes é uma questão muito séria pois é ela quem define o destino dos filhos.

Numa sala de aula pode-se observar crianças que não conseguem parar quietas como se fossem galinhas, já outras querem ficar deitadas a todo momento parecendo vacas, ou aquelas crianças que reagem a qualquer coisa, expressando seu caráter agressivo... Mesmo dentre os adultos, se você observar bem, vai se surpreender ao notar os padrões de comportamento deles.

O nascimento de uma vida humana é um fenômeno extremamente misterioso. Veja, um feto, enquanto está no ventre da mãe, tem sua massa aumentada em 3 bilhões de vezes desde a sua concepção até o seu nascimento, ou em 10 milhões de vezes, por dia. Em contrapartida, após o nascimento, esta proporção de aumento de massa de um bebê cai cerca de 20 vezes. Só por isso, já é possível imaginar o quanto importante é a alimentação da criança durante o período em que ainda está dentro do ventre da mãe. A ingestão de uma única aspirina pela gestante significa que o feto sofre os efeitos deste medicamento por cerca de 4 a 5 dias, no mínimo. Talvez vocês pensem que são somente 4 a 5 dias, mas atentem que durante este curto período o feto cresce de 4.000 a 5.000 vezes. São poucos os dias, mas significam para o feto um período precioso que deve ser encarado com muita importância. Lembre-se, um medicamento, um alimento, uma bebida ingeridos descuidadamente podem gerar resultados irreversíveis.

Os nutrientes absorvidos através da mãe são o que há de mais imprescindível para que processo evolutivo do bebê ocorra até o final, isso porque, mesmo que os nutrientes não tenham sido ingeridos de forma adequada e a evolução não ter sido completada, quando chegar o momento de nascer, a criança irá nascer.

É claro que as crianças que sofreram algum prejuízo durante o período em que estiveram no ventre da mãe, poderão ter uma vida normal após o seu nascimento se a sua dieta alimentar for adequada . Entretanto, quero destacar que é preciso um longo tempo para se corrigir alguns poucos dias vividos dentro do ventre da mãe em condições inapropriadas. Este tempo, tomando como exemplo os casos das crianças tratadas por mim, pode chegar a 10 até 15 anos .

(Breve será publicada a 2a. parte deste excelente texto escrito pelo mestre Michio Kushi)
Fonte: publicado no site http://www.anew.com.br/blog.php

23 de maio de 2009

A toxicidade do flúor

A opinião largamente difundida de que o flúor dissolvido na água da torneira é preventivo das cáries está muito longe da verdade e o fato alarmante demonstrado em pesquisas independentes e altamente fundamentadas é que o flúor produz mais danos do que benefícios. Vale a pena rememorar aqui certos fatos históricos ocorridos durante a II Guerra Mundial. Havia muito esforço do governo dos EUA, para ganhar a guerra, com a construção de aeronaves e a produção de alimentos, panelas e utensílios de alumínio para os soldados e toda a nação americana e aliados. É ponto pacífico que a indústria de alumínio e de fertilizantes desempenhou um marcante papel nessa fase de esforço bélico que demandou a colaboração da indústria com a nação americana. Havia entretanto, um obstáculo. A produção industrial do alumínio e dos fertilizantes produzia uma astronômica quantidade de fluoreto, um sal do flúor, um elemento natural, que, em mínimas quantidades age como contaminante na cadeia alimentar, mas que pode agir como um tóxico com maior potência do que o arsênico. Tanto o sal de flúor,o fluoreto de sódio , como o ácido fluorosilícico e contaminantes como o arsênico e o chumbo podem fazer parte dos dejetos industriais das citadas indústrias. Por falar nisso, o flúor já foi empregado outrora como inseticida e raticida. Vale dizer que as indústrias começaram a eliminar os dejetos com o flúor na atmosfera pelas chaminés, mas houve um grande impacto ambiental com danos em colheitas de frutas, doenças nas pessoas e no gado em fazendas da vizinhança, mortandade de peixes em rios da proximidade, o que deu ensejo a processos judiciais e vultosas indenizações exigidas das empresas pelos danos produzidos.
Um atentado à saúde pública do lobby da fluoretação.
Por pressão política o Serviço de Saúde Pública dos EUA(US Public health Service), subordinado ao Departamento do Tesouro Americano, então dirigido por Andrew Mellon, ninguém menos que um membro da família proprietária da ALCOA(Aluminum Company of América), fez um controverso estudo proclamando que 1 ppm de flúor na água(1 mg por 1 litro) reduzia a incidência de cáries em 60 % e assim foi proposta a fluoretação do abastEcimento de água das cidades americanas.Da noite para o dia, o preço do fluoreto de sódio, o mesmo produto usado como insetida e raticida e devendo ser descartado como dejeto industrial, subiu mais de 1000 % no mercado internacional e o problema de livrar o meio ambiente de um produto corrosivo e tóxico foi felizmente resolvido. O lobby difundiu a idéia para outros paises e contou até com a recomendação da Organização Mundial de Saúde.No entanto, certos paises, como a França, a Itália e a Noruega jamais aceitaram a fluoretação e outros como a Índia, já tinham experiência de efeitos danosos sobre a população suprida com água oriunda de solos ricos em flúor, que apresentava sinais inquietantes de envelhecimento precoce, com calcificação anômala óssea e degeneração dos ossos e articulações.
Danos para a saúde produzidos pelo flúor pelo aumento da ingestão da água fluoretada.
Cabe a pergunta? Qual é finalmente a utilidade do flúor? O que se sabia seguramente era o seu uso antigo como veneno para ratos e baratas. E no tocante á água fluoretada, recomendada pelo lobby do flúor , seria benéfica?. Ao contrário. Há sólida evidência, pelo menos, em oito rigorosos estudos , que o uso da água fluoretada como bebida e no preparo de alimentos, aumenta o risco de fratura do fêmur de 20 a 40 %, Por sinal, havia antes a suposição de que o flúor poderia ajudar a prevenir a osteoporose.No entanto, os estudos de observação prolongada revelaram em centenas de milhares de pessoas, sob cuidadoso controle, que o flúor aumenta a densidade do osso, mas o converte em uma estrutura anômala e frágil, sujeita a quebrar , sem maiores traumas ou provocações . É ponto pacífico que o flúor , um contaminante presente em pequenas quantidades na água tornou-se cada vez mais concentrado nos alimentos e nas bebidas e a partir de 0,60 ppm(0,60 mg por L), torna-se cumulativo, concentrando-se preferencialmente na tireóide , nos ossos e nos rins.Produz de maneira disseminada um hipotiroidismo , já descrito desde 1854, geralmente atribuído a outras causas, e além disso, causa degeneração óssea e articular sobretudo nas pessoas idosas. O flúor como um tóxico conhecido, inibe várias enzimas e interfere com a síntese do colágeno, a principal proteína do organismo, sendo considerado um fator de envelhecimento.
Ação tóxica de flúor em diversos órgãos e sistemas.
Mediante a inibição de várias enzimas, o flúor pode comprometer o funcionamento intestinal particularmente agindo sobre a digestão que se torna lenta, com flatulência e distensão abdominal. Esse efeito também é decorrente do hipotiroidismo que acompanha a presença do flúor em quantidade cumulativa na cadeia alimentar. Igualmente, por interferência das enzimas necessárias à função cardiovascular, e também pela deficiência tireóidea , há maior ocorrência de morbiletalidade cardíaca nas comunidades supridas com água fluoretada. Vale lembrar que enquanto nos EUA, a fluoretação é um programaadotado pelas municipalidades sob a influência do lobby, que implantou o método em 75 % das cidades norteamericanas, no Brasil o programa de fluoretação compulsória abrange todas as cidades brasileiras sob a forma de uma intervenção terapêutica em massa, o que é inadmissível, em se tratando de um processo altamente controverso já banido em quase todo o mundo nos paises que dispõem de legislação sanitária e proteção ambiental atuantes. Além disso, estudos emergentes têm demonstrado a ação do flúor em lesar o sistema imunitário, abrindo a trilha para o surgimento de doenças auto-imunes tais como artrite reumatóide, lupus, tiroidite de Hashimoto, vitiligo,etc. Na sua condição de veneno protoplásmico, também interfere com a molécula do DNA, onde causa danos, e torna-se um fator indutor do câncer, pela incapacidade do organismo proceder o sistema de reparo do DNA, que depende da integridade da cadeia enzimática do genoma. O organismo perde a capacidade de reparo do DNA, ou seja, fica comprometida a correção dos defeitos do DNA, que ao longo da vida acontecem, o que pode levar ao câncer, sobretudo da tireóide, da boca, da pele, da bexiga, da próstata e da mama e dos ossos,sendo que essa última patologia pode ocorrer nas crianças e nos jovens.
Fonte: recebido via email.
Livro: 100 anos de mentira como proteger-se das ameaças químicas que estão destruindo a sua saúde.

17 de maio de 2009

Dieta sem carne e rica em B2 pode regredir o Mal de Parkinson

A doença do Parkinson é uma alteração do sistema nervoso central que afeta principalmente o sistema motor. O envelhecimento precoce das células provoca tremores, rigidez muscular e alterações da postura. Outras manifestações não motoras também podem ocorrer, como o comprometimento da memória, depressão e alterações do sono. Estudos revelam que portadores da doença apresentam deficiência da vitamina B2 e ingerem muita carne vermelha. Segundo um estudo realizado com um grupo de 30 pessoas, coordenado pelo Dr. Cícero Galli Coimbra, apresentado no 6º Congresso Internacional sobre a doença de Alzheimer e Parkinson, em Sevilha, a inclusão de vitamina B2 e a retirada de vez da carne vermelha fez que com que os pacientes verificassem não apenas a estagnação da doença como também sua regressão. Os melhores resultados foram encontrados em pessoas que estavam no início da doença. A recuperação motora dos pacientes saltou de 44% para 70%, em apenas três meses. A restrição à carne vermelha faz sentido, pois ela tem muito ferro e seu excesso é prejudicial pois oxida-se as células.

11 de maio de 2009

Tea Tree (óleo de Melaleuca)

O óleo essencial de Tea Tree (melaleuca alternifolia) pertence à família botânica Myrtaceae e tem origem na Austrália. Tem como propriedades de ser antibiótico, antifúngico, antiinfeccioso, antiviral, antibacteriano, anti-séptico, imunoestimulante (aumenta os leucócitos), descongestionante da circulação e para purificar água e alimentos. Atua nas infecções dos sistemas genito-urinário, respiratório e otorrinolaringo, candidíase, piolhos, sarna, herpes e micoses. É usado há muitos anos na Austrália, desde os aborígenes, tendo sido usado também na segunda guerra mundial, substituído antibióticos e curado inúmeros soldados. É bem eficaz contra bactérias gram-positivas, bem como foi comprovado em vários testes laboratoriais que vírus e bactérias não conseguem desenvolver resistência ao óleo.
Algumas formas de uso:
Nas micoses de unha: pode ser usado puro, geralmente uma gota, três vezes ao dia. Pode-se associar com óleo de cravo para potencializar seus efeitos.
Aftas, gengivites e dor de dentes: 2 gotas do óleo essencial num copo de água e fazer bochecho.
Nas candidíases, herpes, frieiras e acne, pode-se usar em forma de gel de 2% a 5%.
O uso interno é recomendado em casos de cistite, otite, amidalite e infecções em geral, podendo-se tomar de duas a três gotas três vezes ao dia. Não usar por mais de uma semana sem indicação médica.

10 de maio de 2009

A geléia real - um poderoso alimento

A geléia real é produzida pela abelhas para servir de alimento exclusivo para abelha mestra, a qual cresce e dura muito mais do que as outras abelhas. É um super alimento, composto de vitaminas do complexo B, aminoácidos, fósforo, substâncias antibióticas e sais minerais. Atua de maneira notável em esgotamentos e em depressões, alergias, artrite, anemias, leucemia e raquitismo. Rejuvenesce a pele e o organismo, é cicatrizante, revigorante, eliminando o cansaço mental e físico. Normaliza o sistema endócrino, possui componentes anticancerígenos, é boa para problemas digestivos, cardiovasculares, para a doença de Parkinson, tuberculose, além de promover a longevidade, entre muitos outros benefícios. Deve ser usada ao natural, sem misturas, pois ao misturá-la, seja em casa ou em produtos comprados, ela perde as suas propriedades. Deve ser consumida imediatamente após ser retirada da colméia ou congelada, o que prova que os produtos vendidos no comércio na maioria das vezes não tem valor algum. Devido à pequena quantidade retirada da colméia, o seu preço é relativamente alto. Usa-se em média 1 a 2 g (1 colher de cafe rasa) em baixo da língua até dissolver, uma a três vezes ao dia, em jejum ou 30 minutos antes das refeições. Pode ser usada sobre a pele, aplicada a noite toda, para diminuir manchas, acne e rugas.

4 de maio de 2009

Evite a dor sem efeitos colaterais

Muitas vezes quando há dor, as pessoas geralmente recorrem às pílulas farmaceuticas para terem alívio imediato do incômodo, porém se esquecem de que podem ter efeitos colaterais, além de não resolver a causa do problema. Os remédios antiinflamatórios alopáticos abaixam o nosso sistema imunológico, além de contribuir para a elevação da pressão sanguínea. O corpo emite sinais o tempo todo, mas o homem está cada vez mais distante da natureza e de sua essência. Na Universidade da Califórnia em Davis, conselheiros do Centro de Controle da Dor ensinam os pacientes como aliviar os sintomas de seus sofrimentos utilizando vizualizações orientadas, respiração profunda, ioga, meditação, hipnoterapia, acupuntura e outras técnicas naturais de relaxamento, isso porque com o controle do medo, ansiedade, o nosso corpo produz substâncias químicas anestésicas. O pensamento positivo pode ser tão poderoso quanto uma injeção de morfina para o combate à dor, concluíram os pesquisadores. Um método ainda mais espantoso de aliviar a dor naturalmente foi revelado através de pesquisas efetuadas no Lister Hospital, em Londres. Uma mulher de 46 anos de idade foi hipnotizada e submetida a uma cirurgia mamária sem anestesia geral. Ao término do procedimento, ela declarou: "O cirurgião plástico estava cortando e costurando meu corpo, mas eu não senti absolutamente nada". Diferentemente de suas experiências anteriores com analgésicos, ela não experimentou náuseas ou efeitos colaterais da hipnose. As drogas anestésicas inibem a capacidade natural de constrição dos vasos sanguíneos quando incisões são feitas no corpo, enquanto a hipnose permite permite que a constrição dos vasos ocorra naturalmente, reduzindo a perda de sangue.
Fonte: maior parte extraído do livro "Cem anos de mentira. Autor: Randall Fitzgerald.