2 de dezembro de 2012

O Salmão que você come nem sempre é salmão

Segundo reportagem publicada na revista Superinteressante, edição 309/12, o peixe que às vezes você compra é outro tipo: truta salmonada. A truta e o salmão integram a família dos salmonídeos e tem gosto bem parecido - só que a truta é mais barata. Por isso, há produtores que dão às trutas uma ração aditivada com corante, para que elas fiquem rosadas, visualmente idênticas ao salmão. Se a truta for consumida na forma de sushi, cortada e misturada com shoyu, é muito difícil notar diferença no sabor. O próprio salmão também é alimentado com corantes, porque, como é criado em cativeiro, não tem acesso aos crustáceos dos quais se alimenta na natureza, e que dão a ele sua cor rosada natural. Os criadores colocam na ração os pigmentos astaxantina e cantaxantina, que podem ser sintéticos ou extraídos de algas.
O mundo dos peixes, aliás, está cheio de pegadinhas. O linguado geralmente não é linguado, e sim merluzão, e o badejo na verdade é abadejo - mais barato e importado da Argentina. Tem um peixe chamado abrótea que pode ser salgado para parecer bacalhau. O processo de preparo é o mesmo. Se você encontrar um prato a R$ 20,00 e outro a R$ 80,00 saiba que o mais barato não é bacalhau. A abrótea vice no Atlântico sul, bem longe da Noruega, lar do bacalhau.

Fonte: Revista Superinteressante, reportagem de capa "25 segredos que estão escondendo de você".
Setembro 2012

12 de maio de 2012

Os benefícios do cogumelo Reishi



Reishi é um cogumelo também chamado de ganoderma lucidum. Usado na China  milenarmente, era conhecido como a erva milagrosa ou erva do imperador. Devido aos efeitos medicinais passou a ser chamado de Lei-ci, que significa  "cogumelo espiritual ou divino". Trata-se de um cogumelo vermelho gigante que nasce nas montanhas geladas do norte da China. O reishi é um dos remédios sagrados da antiga medicina há mais de 3 mil anos. No Japão o reishi é considerado como um alimento capaz de aprimorar e manter a beleza e a saúde, sendo registrado pelo governo japonês como remédio, funcionando como um alimento funcional.
Na medicina ayurvédica o reshi é aplicado sistematicamente toda vez que for necessário restabelecer o equilíbrio do corpo doente.
Empiricamente o reishi mostra efeito analgésico, sendo benéfico principalmente para doentes em estado adiantado, além disso o reishi contribui para o aumento do apetite.
Os estudos realizados por importantes laboratórios no Ocidente revelaram a presença de triterpenos, fenóis e de polissacarídeos importantes, além de aminoácidos, que trabalham como restauradores de funções celulares e metabólicas. O cogumelo é rico em minerais como cálcio, ferro, magnésio, manganês e potássio.
Experiências ainda no Japão mostram que o reishi possui efeito anticancerígeno, o que pode ser atribuído ao germânio orgânico, componente importante desse cogumelo.
Recentes estudos da pesquisa sobre o reishi, relatados pelo Laboratório Botânico da faculdade de Ciências de Pequim mostram sua eficácia no tratamento auxiliar dos seguintes problemas: bronquite crônica, angina pectoris, enfarte do miocárdio, arteriosclerose, hipercolesterolemia, hipertensão arterial, doenças hematológicas (relativas a produção de sangue) e hepatite; além destas o reishi mostrou efeito analgésico e calmante, hepatoprotetor, fortalecedor das funções hematogênicas, auxiliar da coagulação sanguínea e melhoria das funções intestinais.
Empiricamente observado, o uso contínuo do reishi desintoxica o sangue, melhora a circulação sanguínea e aumenta a resistência contra enfermidades.
Não há posologia definida, principalmente por não haver nenhum fator tóxico presente no produto em quantidades normais.

Fonte: Guia Médico da Saúde Natural, Dr. Márcio Bontempo
Créditos da imagem: panorâmio.com

22 de janeiro de 2012

Aspartame - um mundo envenenado

Esse documentário é muito esclarecedor e vem confirmar o que já postei aqui sobre esse veneno. Se você consome refrigerante diet, sucos em pó, iogurte light, fique atento ao rótulo e evite a todo custo.