29 de julho de 2009

Exercite a sua visão


Você já parou para pensar que pessoas que trabalham ao ar livre à luz solar natural tem menos problemas visuais do que aquelas que trabalham confinadas dentro de quatro paredes expostas à luz artificial? E que é difícil ver algum pescador que use óculos? Pois é, isso ocorre porque a luz solar fortalece a retina. Quando ficamos expostos num ambiente mal iluminado, com luz artificial, nossas pupilas ficam cronicamente dilatadas para aproveitar a luz disponível. A partir daí, a exposição à luz solar pode se tornar dolorosa, pois os músculos ao redor dos olhos tenderão enrijecer, contraindo-se para impedir a entrada dolorosa dessa luz. Os óculos de sol funcionam como muletas e seu uso excessivo enfraquecem a habilidade natural dos olhos de enfrentar a luz.
Um dos exercícios mais importantes é o ato de piscar, pois descansa os olhos da luz e do trabalho de ver, ajudando ainda a emudecê-los. Não podemos nos esquecer que os nossos olhos também tem músculos e precisam ser exercitados.
Fatores que prejudicam a visão: estresse, má alimentação, iluminação inadequada, fumo, excesso de toxinas, bem como o ato de "não querer enxergar". Portanto, além do controle do extresse, procure incluir alimentos antioxidantes como vitamina A, E, luteína e zeaxantina (presentes em alimentos como gema de ovo, abóbora, couve, agrião e espinafre.
Uma maneira mais rápida de exercitar seus olhos é o uso do óculos terapêutico Yoga para os olhos com furos piramidais que estimula o nervo óptico, suavizando o impacto da imagem na retina, relaxando a vista. Esse óculos é vendido em mais de 50 países do mundo inteiro e foi desenvolvido através dos estudos do oftalmologista americano Dr. William Bates.
As principais indicações para o uso desses óculos são:
miopia, astigmatismo, hipermetropia, vista cansada, catarata, glaucoma, retinopatia diabética e estrabismo.

Para adquirir ou se desejar mais informações, contate-me através do email dgrecco73@yahoo.com.br.
Ou adquira pelo pagseguro, clicando no botão abaixo.Verifique antes a disponibilidade do estoque.



19 de julho de 2009

Os benefícios do coco

É de conhecimento geral que o coco é utilizado com alimento em várias partes do mundo. O coco é rico em proteínas, vitaminas, gorduras, carboidratos e sais minerais. Segundo experiências realizadas nos Estados Unidos, o coco verde possui as mesmas propriedades do leite materno. No Havaí, as mães costumam alimentar os bebês com leite de coco. Por seu alto teor em sais minerais, o coco é recomendado na medicina popular para promover o desenvolvimento físico, além de ser largamente utilizado como remédio por suas propriedades medicinais. A polpa do coco amassada e transformada em pasta é utilizada em aplicações locais para o tratamento das hemorróidas, pois funciona como adstringente e cicatrizante. Alem disso, o coco é:
Antiinflamatório - A água e a polpa agem reduzindo as inflamações.
Aperiente - A polpa estimula o apetite.
Calmante - O leite de coco atua como sedativo leve.
Depurativo do sangue - A polpa comida regularmente desintoxica o sangue.
Diurético - A água atua como estimulante da função renal.
Febrífugo - A água e o leite reduzem a febre.
Mineralizante - A polpa tem essa propriedade por seu teor mineral.
Tônico - Se usado regularmente, fortalece o organismo.
Vermífugo - O leite de coco é usado principalmente contra as solitárias (tenífugo).
Diversos estudos publicados em periódicos médicos mostram que o coco, em várias de suas formas e componentes pode produzir uma larga escala de benefícios. Alguns deles são:
Tem efeito destrutivo em vírus causadores de influenza, herpes, sarampo, hepatite C, SARS (pneumonia asiática), AIDS e outras doenças infecciosas.
Tem efeito destrutivo na bactéria Heliobacter pilori, infeccções de garganta, urinárias, doenças gengivais etc. Tem efeito ainda em fungos e leveduras causadores de candidíase, micoses, freiras e outras infeccções.
Expulsa parasitas como solitárias, giárdia, piolhos e outros.
É fonte nutricional de energia rápida para o desempenho físico de atletas.
Reduz os sintomas associados à pancreatite.
Contribui para a remissão dos sintomas associados às doenças da vesícula biliar. Incrementa a digestão e o funcionamento intestinal.
O óleo de coco possui menos calorias que outros óleos vegetais.
Favorece a glândula tireóide.
Ajuda a reduzir os sintomas presentes na hiperplasia benígma da próstata.
Ajuda a reduzir as convulões epiléticas.
Não forma produtos danosos ou subprodutos perigosos quando submetido ao calor no cozimento em temperaturas corriqueiras, como outros óleos vegetais.
Promove a beleza e a saúde capilar.

O óleo de coco extra-virgem na cozinha

O óleo de coco conserva-se por longos períodos, sem necessidade de refrigeração ou da adição de produtos químicos.
Os óleos vegetais, principalmente os polinsaturados, como os da soja, milho, girassol, canola etc, sofrem alterações químicas e físicas que geram altos níveis de gordura trans no processo culinário. A vantagem das gorduras saturadas, como as do coco, porco e outras, é que são mais resistentes à oxidação e mais estáveis ao calor. A gordura da coco é de cadeia média, e ao contrário dos óleos polinsaturados, não deixa as células famintas, permitindo a entrada de insulina nas células.
O óleo de coco tem alto índice de ácido láurico, um poderoso antiinflamatório. Além disso, tem efeito cosmético, podendo ser aplicado nos cabelos como condicionador e sobre a pele para amenizar e reduzir as rugas existentes.

Fonte: Livro "O poder medicinal do coco e do óleo de coco extra virgem. Dr. Márcio Bontempo

6 de julho de 2009

Aspectos bioquímicos e nutricionais da criminalidade

"Você é o que você come" poderia ser um novo lema para a crescente evidência de que uma solução para os pensamentos violentos e os comportamentos criminosos pode estar na mudança de nossos hábitos alimentares cotidianos.
Um estudo realizado em grande escala - cujos resultados foram publicados na revista médica The British Journal of Psychiatry em 2002, testou 231 presidiários adultos jovens, com idades entre 18 e 21 anos, para comprovar a noção de que suplementos contendo vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais, poderiam reduzir a incidência de violência. Os suplementos incluíam ácidos graxos ômega-3, cromo e duas dúzias de vitaminas e minerais diferentes. Os prisioneiros foram submetidos a esse regime por 142 dias, e o número de incidentes disciplinares ocorridos entre eles foi comparado, durante esse período, a um outro grupo de controle da mesma instituição penal. Comparado ao grupo de controle, o grupo de prisioneiros que recebeu o suplemento alimentar registrou uma redução de 37% no número de incidentes tumultuosos, inclusive episódios violentos. Ficou claro, portanto, que a má nutrição tem um papel importante no desencadeamento da violência e do comportamento anti-social e agressivo. Nosso cérebros são engenhos metabólicos que correspondem a apenas 2% de nossa massa corporal; e contudo, consomem 20% dos nutrientes que ingerimos. Diante dessa informação, compreendemos que , caso as necessidades de nutrientes essenciais do cérebro não seja satisfeita, surgem distúrbios comportamentais e mudanças bruscas de humor.
Outros estudos comprovaram evidências de que a deficiência de zinco na dieta pode contribuir para a incidência de comportamentos criminosos entre jovens, porque o zinco é importante na produção de transmissores neuroquímicos no cérebro. O cádmio interfere na absorção e utilização do zinco pelo feto, o que pode continuar e aumentar após o nascimento, quando o bebê é exposto aos níveis de cádmio do ar ambiente. Portanto, existe uma relação entre cádmio e fumaça de cigarro e os problemas de comportamento e aprendizagem.O café é a segunda maior fonte de cádmio. Farinha branca refinada é outra fonte importante, porque o zinco protetor é removido dos grãos, enquanto o cádmio, no centro, permanece.
Fonte: Livro cem anos de mentira - como proteger-se dos produtos químicos que estão destruindo a sua saúde.
Mais informações também no site: http://www.taps.org.br/Paginas/violartigo10.html

1 de julho de 2009

Margarina - um mal fabricado pelo homem

Reproduzo aqui um artigo interessante extraído do site http://www.umaoutravisao.com.br/artigos/Alimentacao/margarina.html. Se você acha que margarina não faz mal, experimente deixa-la aberta fora da geladeira por alguns dias. Nenhum mosquito chegará perto, pois não tem nutriente nenhum.
"A margarina é um produto muito didático quando queremos avaliar de que forma o poder da indústria e da mídia ligada à ciência médica consegue fazer de um produto praticamente não alimentar algo que lota as prateleiras do supermercado e ainda consegue se fazer passar como elemento de incremento à saúde por proteger o coração, baixar taxas do mal falado colesterol (um elemento corporal incrivelmente demonizado, pois sua demonização atende ao capitalismo científico) e outras benesses.
Em primeiro lugar deve ficar claro que a invenção da margarina, não se deve a preocupação de encontrar um substituto mais saudável que a multissecular manteiga. Sua criação data de meados do século XIX (1869), época em que a discussão alimentar estava longe da vigília científica. Sua inspiração não poderia ser mais pragmática: encontrar um substituto mais barato que a manteiga, visto que o gestor deste desafio, Napoleão III lidava com grave crise econômica em suas fronteiras. Seu nome "margarités"(grego) significa cor pérola, e sua origem é do reino animal - uma mistura comprimida de gordura do sebo de vaca, leito desnatado, partes menos nobres do porco e da vaca e bicarbonato de soda. (Como se sabe a manteiga é nada mais do que leite e sal - super artificial, não?). Em 1890, uma empresa americana começou a vendê-la em pacotes, embora uma família holandesa tenha sido a primeira fabricante para a Europa.
Os componentes da margarina tem se modificado com o passar do tempo, mas foi principalmente após a sedimentação da indústria química alimentar, que iniciou uma guerra santa contra a gordura saturada e os produtos de origem animal, que a margarina ganhou a composição mais próxima da atual, baseando-se em extratos oleoginosos vegetais. Seu processo atual inclui o uso de solventes de petróleo (geralmente o hexano, que é bem barato), ácido fosfórico, soda, que resulta numa substância marrom e mal cheirosa, que sofre novo tratamento com ácidos clorídrico ou sulfúrico, altas temperaturas e catalisação com níquel, que deixa o produto parcialmente hidrogenado. Resta então um produto de ótimo prazo de conservação, com textura firme mesmo a temperatura ambiente, que não rança, não pega fungos, não é atacado por insetos ou roedores. Enfim é um não-alimento.
O processo todo acaba por formar uma substância rica em um tipo particular de gordura chamado "trans", insólita na natureza e de efeitos nocivos para o homem, além disto, como é de conhecimento público o principal predicado da margarina é ser rica em óleos poliinsaturados, que hoje, já se sabe, contribuem para um grande número de doenças.
O Estado de São Paulo, já noticiou em 14/11/99, que a gordura da margarina causaria mais danos à saúde que a gordura saturada (segundo o FDA, órgão americano de fiscalização de alimentos e remédios). Em uma revista Exame, também de 99, saiu um artigo um pouco mais extenso e grave alertando sobre os perigos deste produto, e das implicações que as poderosas multinacionais americanas estavam sofrendo no próprio país por colocar no mercado produtos comparáveis ao cigarro em termos de periculosidade! (Mas que gera mais de 8 bilhões de dólares). Curioso é que a repercussão no Brasil é escassa. (Mas não é de se estranhar, afinal qual é a participação da soja no PIB brasileiro? ). Há uma farta literatura disponível para quem quiser se informar sobre isto em revistas de saúde e na Internet, produzida por estudantes sérios e descompromissados com os costumeiros patrocinadores de investigação técnica: laboratórios e indústrias químicas alimentares. Na França uma revista de informação - "L'Ere Nouvelle" - ganhou uma ação contra o sindicato dos produtores de margarina local, que a havia processado por publicar o artigo "A margarina e o Câncer".
Resumidamente, a margarina, pode estar relacionado a disfunções imunológicas, danos em fígado, pulmão, órgãos reprodutivos, distúrbios digestivos, diminuição na capacidade de aprendizado e crescimento, problemas de peso, aumento no risco de câncer, e principalmente: transtornos do metabolismo do colesterol, incremento de ateroesclerose e doenças cardíacas. A margarina promove o que ela se propõe a tratar!
Não há dúvida: não há nada mais saudável que a boa e velha manteiga, que acompanha a humanidade há dezenas de séculos,pode ser feita artesanalmente no ambiente familiar, e só foi considerada nociva e politicamente incorreta após a revolução industrial, que também aqui conseguiu deformar nosso entendimento de saúde e bom senso."

A Fruta dos Monges - Luo Han Guo

Luo Han Guo, fruta dos monges, também é conhecida como barriga de buda, é originária do sul da China e do norte da Tailândia.  Pela me...