12 de maio de 2012

Os benefícios do cogumelo Reishi

Reishi é um cogumelo também chamado de ganoderma lucidum. Usado na China  milenarmente, era conhecido como a erva milagrosa ou erva do imperador. Devido aos efeitos medicinais passou a ser chamado de Lei-ci, que significa  "cogumelo espiritual ou divino". Trata-se de um cogumelo vermelho gigante que nasce nas montanhas geladas do norte da China. O reishi é um dos remédios sagrados da antiga medicina há mais de 3 mil anos. No Japão o reishi é considerado como um alimento capaz de aprimorar e manter a beleza e a saúde, sendo registrado pelo governo japonês como remédio, funcionando como um alimento funcional.
Na medicina ayurvédica o reshi é aplicado sistematicamente toda vez que for necessário restabelecer o equilíbrio do corpo doente.
Empiricamente o reishi mostra efeito analgésico, sendo benéfico principalmente para doentes em estado adiantado, além disso o reishi contribui para o aumento do apetite.
Os estudos realizados por importantes laboratórios no Ocidente revelaram a presença de triterpenos, fenóis e de polissacarídeos importantes, além de aminoácidos, que trabalham como restauradores de funções celulares e metabólicas. O cogumelo é rico em minerais como cálcio, ferro, magnésio, manganês e potássio.
Experiências ainda no Japão mostram que o reishi possui efeito anticancerígeno, o que pode ser atribuído ao germânio orgânico, componente importante desse cogumelo.
Recentes estudos da pesquisa sobre o reishi, relatados pelo Laboratório Botânico da faculdade de Ciências de Pequim mostram sua eficácia no tratamento auxiliar dos seguintes problemas: bronquite crônica, angina pectoris, enfarte do miocárdio, arteriosclerose, hipercolesterolemia, hipertensão arterial, doenças hematológicas (relativas a produção de sangue) e hepatite; além destas o reishi mostrou efeito analgésico e calmante, hepatoprotetor, fortalecedor das funções hematogênicas, auxiliar da coagulação sanguínea e melhoria das funções intestinais.
Empiricamente observado, o uso contínuo do reishi desintoxica o sangue, melhora a circulação sanguínea e aumenta a resistência contra enfermidades.
Não há posologia definida, principalmente por não haver nenhum fator tóxico presente no produto em quantidades normais.

Fonte: Guia Médico da Saúde Natural, Dr. Márcio Bontempo
Créditos da imagem: panorâmio.com

22 de janeiro de 2012

Aspartame - um mundo envenenado

Esse documentário é muito esclarecedor e vem confirmar o que já postei aqui sobre esse veneno. Se você consome refrigerante diet, sucos em pó, iogurte light, fique atento ao rótulo e evite a todo custo.




31 de dezembro de 2011

O açúcar refinado e seus malefícios

O açúcar refinado é um dos alimentos mais perigosos para a saúde humana. Após pronto, passou por inúmeras operações químicas, onde o melaço foi totalmente dizimado. Perdeu-se tudo de bom, como as vitaminas, os minerais.  Agora só resta carboidratos e calorias, e o seu refinamento só é feito por razões puramente comerciais.
Ao ingeri-lo, ele entra imediatamente na corrente sanguínea, causando um estado de hiperglicemia - ou seja, excesso de glicose no sangue. Isso afoga as células humanas com açúcar -  é uma verdadeira "overdose". Nesse caso, o pâncreas é chamado desesperadamente para acudir. Ele segrega a insulina demais e produz um estado de hipoglicemia - ou seja, escassez de glicose no sangue.
Quando iniciamos o dia comendo açúcar refinado, enchemos o próprio sangue de açúcar,  o que dispara uma reação pancreática. Lá pelas 10 horas, a hipoglicemia o ataca: ele simplesmente chupa uma bala, ou toma café, ou ingere refrigerantes, ou sucos, ou outras bebidas adoçadas com açúcar. Nesse momento, o nível de açúcar eleva-se outra vez, e de novo o pâncreas é chamado para socorrer. E assim atravessa todo o resto do dia, passam-se as semanas, os meses, os anos, e de repente quando menos se espera surge o diabetes...
Observações:
- A hipoglicemia causa uma baixa resistência, tornando a pessoa uma presa fácil para doenças viróticas e bactéricas, além de deixá-la nervosa e reduzir a agilidade mental.
- O diabetes (hiperglicemia) pode ser entendido como o resultado do cansaço do organismo por ter de lidar com tanto açúcar. Vários problemas orgânicos surgem com o desenvolvimento do diabetes, como distúrbios circulatórios variados, infecções pela redução da imunidade geral. É uma doença degenerativa que produz, entre outras coisas, cegueira, impotência sexual masculina, infarto, etc. 

Fonte: Hilton Fito - Fitoterapia, Alimentação Natural, Medicina, Plantas e Ervas Medicinais.
Saiba mais, consultando os livros "Sugar blues", sem açúcar, com afeto e doce veneno"

20 de dezembro de 2011

Tireóide: cuide bem dessa glândula

É muito comum atualmente os casos de distúrbios da glândula tireóide, seja hipo ou hipertireodismo, merecem muito atenção pois a cada dia cresce casos desse diagnóstico. Infelizmente a medicina tradicional não ando junto com a medicina nutricional e trata os pacientes apenas com remédios, alegando que a pessoa deverá tomar o hormônio para vida toda. Triste situação. Saiba que esse problema pode ser evitado sim e contornado  com uma boa alimentação e suplementação de alguns minerais e vitaminas. Muitas vezes tem origem nos problemas emocionais, como exemplo, por situar na região da garganta, que corresponde ao chakra laríngeo, que cuida da comunicação. Engolir sapos, não falar o que deve ser falado desequilibra essa região. Indecisão e frustração também. 
Segundo o livro "Manual do Proprietário do médico Edmond Saab Jr", os hormônios tireoidianos influenciam todos os sistemas orgânicos, pois controlam o processo metabólico do corpo. Veja a seguir os sintomas de hipotireoidismo:
Fadiga
Intolerância ao frio
Constipação intestinal
Diminuição da memória e concentração mental
Pele seca
Alterações do metabolismo de gordura (colesterol e triglicérides)
Aumento de peso
Obesidade
Hipertensão arterial
Queda de cabelos
Unhas quebradiças
Predisposição à infarto e derrame
Sonolência e lentidão
Depressão e ansiedade
Infertilidade feminina
Hemorragias menstruais ou ausência de menstruação
Déficit do hormônio de crescimento e envelhecimento precoce em adultos

Por que temos uma epidemia de hipotireodismo atualmente?
Toxinas ambientais (um exemplo é o flúor na água)
Metais pesados
Oxidação excessiva
Inflamação crônica silenciosa
Déficit de nutrientes
Fígado intoxicado
Mau funcionamento do intestino

Entendendo como o hormônio tireoidiano é fabricado
Se o fígado estiver funcionando mal, como geralmente está, carregado de toxinas, não transforma o T4 em T3. Se o paciente estiver com déficit de selênio, ele também não executa essa transformação.
Ao fazer exame de sangue e dosar  os valores de TSH e do T4 livre e, se essas dosagens estiverem dentro da faixa considerada normal (0,5 a 5)mUI/ml, você não tem hipotireodismo.

Como é feito o tratamento?
Além da prescrição do T4 sintético, o tratamento sugerido é:
Eliminação de toxinas ambientais, diminuindo-se sua exposição.Alimentos ricos em clorofila como verduras escuras e tempero como coentro são excelentes para eliminação de metais pesados como chumbo, alumínio e mercúrio. Algas clorella também é excelente até para ajudar eliminar metais radioativos.
Exercícios físicos para suar a camisa.
Sauna
Equilibrar o intestino
Aumento da produção de glutation
Limpeza intestinal para desintoxicar o fígado e sistema linfático
Atenção à intolerância e alergia alimentares e, nesse caso, existe uma correlação enorme entre hipotireodismo e intolerância ao glúten

Segundo a nutrição, deve-se suplementar o paciente com 
selênio
Zinco
Cobre
Iodo
Vitamina A
Vitamina D

Importante também para controlar a inflamação crônica silenciosa é a suplementação de ômega-3. E para controlar a oxidação excessiva é o uso de antioxidantes.
Se necessário a suplementação de hormônios tireoidianos com a utilização do T4 associado ao T3.
Muitas vezes também o hipotireoidismo está associado ao aumento da resistência à insulina que também gera inflamação crônica silenciosa. Você parou para pensar quantas pessoas tomam remédios para emagrecer sem modular a tireóide? Ou mulheres que não conseguem engravidar e que procuram o ginecologista? Quantos remédios desncessários estão sendo usados e causando efeitos colaterais!
Outra questão importante a informar é o uso do sal de cozinha. Esse comercial refinado que tem apenas cloreto de sódio. Com o crescente aumento de casos de hipertensão arterial, a população está fugindo ou reduzindo o sal na comida. Pois bem. O sal refinado sim deve ser evitado! Em sua composição entram elementos químicos como alumínio e a perda de minerais importantes. O sódio na ausência do potássio e de outros minerais engrossa o sangue e provoca a subida da pressão arterial. Por isso a recomendação de consumo de até 6 gramas de sal por dia. Já o sal marinho contém 82 minerais, assim como o sal do himalaya, também conhecido como sal rosa. Esses sais usados com moderação não tem problema e ainda repõe o iodo naturalmente, pois o iodo adicionado ao sal refinado não é absorvido pelo corpo (entra e sai).
Espero ter ajudado com essas informações. Consulte mais de um médico ou procure uma nutricionista, não esquecendo também de cuidar do corpo emocional, com a prática de meditação, uso de florais etc.

Fonte: adaptado do livro Manual do proprietário, editora Delphos.



10 de dezembro de 2011

Evite a substância paracetamol ou acetaminofeno

Sempre que possível evite tomar remédios que contenham a substância paracetamol, usada em antitérmicos e analgésicos. Ela é tóxica para o fígado, diminui o estoque de glutation (molécula que desintoxica os tóxicos do corpo). Saiba que um grande número de transplantes hepáticos ocorre em função da utilização dessa droga. 
Lembre-se, ela está presente em vários medicamentos para febre, dor, artrite, artrose, antigripais, entre outros.
O risco é maior se tomado junto com o álcool, pois a lesão pode ser fulminante.
Veja mais em:

http://noticias.uol.com.br/uolnews/saude/entrevistas/2005/12/08/ult2748u82.jhtm
http://www.portaleducacao.com.br/farmacia/artigos/1099/cientistas-alertam-para-riscos-do-paracetamol

20 de outubro de 2011

Açaí tem potencial anticancerígeno, revela estudo

O segredo da fruta seriam seus antioxidantes. Foto: Divulgação


Mais uma indicação do potencial anticancerígeno do açaí acaba de ser anunciada. Um grupo norte-americano publicou artigo no Journal of Agricultural and Food Chemistry em que descreve como os antioxidantes contidos no fruto originário da Amazônia conseguiram destruir células cancerosas.

O estudo mostra que os extratos do açaí foram capazes de estimular a destruição de até 86% das células de leucemia testadas. “O açaí é considerado uma das mais ricas fontes de antioxidantes e esse estudo representa um importante passo no sentido de entender os possíveis ganhos com o uso de bebidas, suplementos dietéticos e outros produtos feitos com o fruto”, disse Stephen Talcott, professor do Instituto de Ciências Alimentícias e Agrícolas da Universidade na Flórida, em comunicado da instituição.

O pesquisador ressalta que os resultados não significam que o fruto possa prevenir leucemia em humanos. “Nós trabalhamos com um modelo de cultura celular e não queremos dar falsas esperanças a ninguém. Mas os resultados encontrados até o momento são encorajadores, pois compostos que mostram boas atividades contra células cancerosas em modelos em laboratório têm potencial para oferecer efeitos benéficos no organismo humano”, disse.

Talcott lembra também que estudos anteriores indicaram a capacidade de destruir células cancerosas de antioxidantes contidos em outros frutos, como uvas, goiabas e mangas. Segundo o pesquisador, ainda não se sabe muito bem quais são os efeitos dos antioxidantes em tais células no organismo humano, uma vez que fatores diversos como absorção de nutrientes, metabolismo e outros processos bioquímicos podem influenciar a atividade dessas substâncias.

O grupo de Talcott está em meio a outro estudo, com conclusão prevista para este ano, para investigar os efeitos dos antioxidantes do açaí, conhecido nos Estados Unidos como “brazilian berry”, em voluntários saudáveis. A pesquisa pretende determinar como esses componentes são absorvidos pelo sangue e como eles afetam a pressão sangüínea, os níveis de colesterol e outros indicadores.

Os pesquisadores pretendem também conhecer melhor o fruto amazônico, que estimam ter pelo menos 75 componentes ainda não identificados. “Um dos motivos por que conhecemos tão pouco a respeito do açaí tem a ver com o fato de ele ser altamente perecível, sendo usado tradicionalmente logo após a colheita. Como produtos feitos a partir do fruto processado existem há poucos anos, cientistas de outros países ainda não tiverem muita oportunidade de estudá-lo”, explica Talcott.

O cientista destaca ainda que muito tem se falado sobre as propriedades do açaí, mas que a maioria delas não foi comprovada cientificamente. “Estamos apenas começando a entender a complexidade do fruto e seus efeitos para a promoção da saúde”, disse.

O grupo da Universidade da Flórida é um dos primeiros de fora do Brasil a estudar o açaí. O fruto é produzido pela palmeira Euterpe oleracea, planta típica de várzea. 

Fonte: FAPESP