9 de maio de 2011

FEBRE: PROBLEMA OU SOLUÇÃO

Nenhum outro sistema é capaz de reagir e de interagir tanto quanto o nosso sistema imunológico, especialmente na infância. O fenômeno da febre alta explica isto muito bem, principalmente em crianças. Elas podem ter um surto febril muito rápido e alto, mas tão rápido que, da mesma forma que a febre veio; ela também desaparece; desde que o sistema imunitário não seja bloqueado com remédios.

O ser humano sempre tentou dominar o outro através do medo. Isso fica patente no distúrbio evolutivo que hoje chamamos de educação baseada no medo, mentira, suborno e chantagem. Quando a indústria farmacêutica descobriu e comercializou o antitérmico disseminou o terror a respeito da convulsão febril e do risco de lesões cerebrais com a febre, induzindo as pessoas com dificuldade em raciocinar a acreditarem que se a febre não fosse combatida (bloqueada) levaria á morte. É sabido que a febre é um das melhores chances para superar uma fraqueza imunológica. Em doentes com câncer aplicam-se, por exemplo, banhos quentes para aumentar a temperatura do corpo, ativando assim o sistema imunológico.

Lógico que suas intenções seriam aceitas pelo poder da lavagem cerebral – hoje grande parte das pessoas considera uma reação patológica de um mecanismo de defesa quando acontecem febre, inflamações e eliminação em excesso. Este fenômeno não é nenhum indício de fraqueza, mas, ao contrário, é uma reação natural de defesa do corpo. Infelizmente nos dias de hoje essa visão predomina e principalmente no caso de crianças, os antitérmicos, anti-inflamatórios e antibióticos, são prescritos ou auto-ministrados mais do que depressa em casos de febre e resfriados.

Meu filho vive doente! – Claro, pois com isto, estamos impedindo um curso natural de cura, e na próxima oportunidade a febre volta para tentar dar continuidade no processo de resgistro de memória imunitária.

O que fazer durante a febre? - O método tradicional antigo de aplicar compressas frias e banhos mornos pode influenciar muito mais suavemente o decorrer da febre sem efeitos colaterais. Naturalmente existem doenças que precisam da supervisão de um médico para tratar reações fortes e perigosas. Mas, também aqui métodos naturais, que aumentem lentamente a defesa do próprio organismo, deve ser a primeira escolha, sem, claro, expor um doente grave a perigo de vida. A escolha é do médico nestes casos. Supondo que durante uma vida toda combatemos doenças com medicamentos, sem dar ao corpo a chance de se auto-curar, a conseqüência seria uma dependência medicamentosa constante e um sistema orgânico de defesa cada vez mais fraco.

A maioria das doenças infecciosas pode ser tratada através de métodos naturais; tentando eliminar inflamações e febre pela pele e pelas mucosas. Pela medicina natural temos excelentes oportunidades para isto. Por exemplo, não existe um método melhor, tanto para prevenção como no caso de infecção, de que fazer o paciente transpirar, junto com a administração de muito líquido, jejum e repouso na cama. É sempre aconselhável jejuar durante uma fase infecciosa ou febril, também pelo fato que o doente não sente mesmo apetite (a Natureza mostra inúmeras vezes o caminho da cura; pena que não acreditamos nela e sim em mentes oportunistas). Alguns dias de jejum não prejudicam se administramos sucos de frutas e vitaminas líquidas. Se tiver fome, somente uma alimentação leve em forma de mingaus ou frutas. Em casos de doenças infecciosas crônicas ou em pacientes muito fracos podemos lavá-los com água fria, o que automaticamente provoca transpiração e vermelhidão da pele, eliminando assim pelo suor as toxinas. Durante esta lavagem devemos estar atentos para que o doente não sinta frio, cobrindo-o rapidamente muito bem. Quanto mais o corpo necessita transpirar no seu processo de cura, tanto mais rápida será a reação a esta lavagem com água fria. É recomendável administrar alguns chás que favorecem a transpiração, como chá de bétula, de sálvia e outros, para ajudar na desintoxicação do fígado e do intestino.

Nem a febre; e muito menos o sistema imunológico é a causa de uma doença, mas um sinalizador de que algo não está funcionando a contento. Um sistema imunológico enfraquecido pela administração de muitos medicamentos, muitas vezes não consegue enfrentar situações debilitantes, abrindo assim a porta para doenças graves e às vezes incuráveis. Por isso a prevenção verdadeira e inteligente é tão importante.

O tratamento pela homeopatia é muito eficiente, especialmente por que não se bloqueia a febre; ao contrário, o processo é estimulado e com isso, a médio prazo as infecções de repetição são eliminadas. Sua ação facilita o desmanche dos bloqueios no sistema linfático e a resposta é muito rápida. As curas pela homeopatia de doenças agudas é muito mais rápida e eficiente – o conceito inadequado de tratamento lento com a homeopatia deve-se ao fato de que a maioria dos pacientes que a buscam são doentes crônicos e é lógico que um tempo seja preciso para que a resposta seja o esperado.
Seu filho faz febres altas com uma simples amigdalite? – Não se entristeça; fique feliz, pois isso sinaliza que seu sistema imunitário está funcionando bem. Fez uma pneumonia sem febre, preocupe-se, pois isso indica que o sistema imunitário está bloqueado.

Fonte: Blog Américo Canhoto

3 de maio de 2011

Anemia está associada à falta de vitamina D

Anemia está associada à falta de vitamina D: "Quanto menores os níveis de vitamina D, mais baixos os níveis de hemoglobina no sangue e mais elevado é o risco de anemia."
A melhor fonte dessa vitamina D é o nosso astro rei. Infelizmente, apesar de vivermos em um país tropical, a carência dessa vitamina é grande, devido à preocupação da população ao câncer de pele, rugas e também, devido à correria no trabalho dentro de um ambiente fechado com luz artificial, contribuindo para o quadro de deficiência. Vale lembrar que a vitamina D vem acompanhada dos raios ultravioletas e que é preciso saber tomar sol na medida e horário adequado para aproveitar seus benefícios. Além de fixar o cálcio nos ossos, prevenindo osteoporose, a vitamina D favorece o controle da pressão arterial, diminui o colesterol e participa do sistema imunológico. A pessoa que se priva de tomar sol está sujeita ainda à problemas como depressão e insônia, isso porque os raios solares ao penetrarem na retina, nutrem a glândula pineal, que é responsável pela liberação dos neurotransmissores serotonina, melatonina e pinolina. Esse último é o hormônio de conexão espiritual.

10 de abril de 2011

Sálvia, orégano e tomilho melhoram o humor e depressão, aponta estudo

Apimentar e temperar os nossos pratos favoritos pode fazer bem não só para o paladar, mas principalmente para as funções neurais. As pesquisas ainda estão em andamento, mas há comprovação de que especiarias e ervas, como sálvia, orégano e tomilho, contém grandes quantidades de flavonóides, e estudos recentes sugerem que esses compostos que estimulam o funcionamento do cérebro podem ter efeitos sobre o humor.

Vários trabalhos mostraram que depois de ingerir uma cápsula de óleo de sálvia (comum e espanhola) voluntários imediatamente apresentaram melhor desempenho em exercícios nos quais deveriam lembrar palavras, principalmente em relação a pessoas que haviam ingerido placebo. Participantes que tomaram o óleo disseram que se sentiam mais concentrados, tranquilos e satisfeitos. Psicólogos da Universidade Nortúmbria em Newcastle, Inglaterra, descobriram que simplesmente cheirar o extrato de sálvia pode reproduzir alguns desses efeitos. Em julho de 2010, os pesquisadores relataram que pessoas que se submeteram a uma bateria de testes por computador numa sala aromatizada com sálvia comum apresentaram memória mais precisa que aqueles que realizaram os mesmos exames em ambiente desodorizado. Estes e outros estudos, entretanto, empregaram óleos essenciais - extrato concentrado da planta, usado em aromaterapia - e não as folhas de sálvia secas ou frescas usadas na culinária caseira. Ainda assim, os cientistas acreditam que comer regularmente a folha de sálvia pode produzir efeitos similares de estimular a memória, embora de modo mais moderado. A razão disso é que a planta é rica em hispidulina, um flavonóide que em estudos de culturas de células parece interagir com receptores de células cerebrais formando ácido gama-aminobutírico (GABA) - um neurotransmissor que afeta justamente a cognição e os estados de ânimo.

Flavonóides encontrados em outros temperos também podem comprovadamente, produzir mudanças observáveis no humor - pelo menos em roedores. Há poucos meses farmacologistas da Universidade Federal do Ceará relataram que o flavonóide carvacrol, presente em grandes quantidades nos óleos essenciais de orégano e tomilho, age como antidepressivo em camundongos. Depois de ingerir uma solução, os roedores se mostraram mais ativos ao tentar escapar do tanque de natação - usado para avaliar o estado de depressão dos animais, que quando mais deprimidos e apáticos menos se esforçam para vencer o desafio. Bloqueando diferentes reações químicas no cérebro de camundongos, os pesquisadores mostraram que os efeitos do carvacrol dependem de sua interação com a dopamina, um neurotransmissor envolvido na busca de recompensas. Ainda não está claro, no entanto, se ingerir pequenas quantidades de orégano e tomilho poderia melhorar o humor das pessoas, mas os cientistas esperam que isolando e estudando o carvacrol seja possível obter novas - e eficazes drogas antidepressivas.

Fonte: Revista Mente Cérebro, edição março/2011

27 de março de 2011

Será Saudável Beber Leite de Vaca?



Márcio Linck

A descoberta da fraude do leite em algumas cooperativas leiteiras de Minas Gerais e a suspeita de que em outras regiões do país possa haver mais adulterações do produto, tem deixado os consumidores bastante preocupados e receosos quanto ao seu consumo. Prova disso é a redução de 10 a 15% do consumo de leite em algumas regiões do Brasil.
Mas será que o leite, independente do acréscimo de soda cáustica, de água oxigenada e de outros ingredientes mais, pode ser considerado um alimento natural e saudável para o ser humano? Mesmo o leite puro, extraído diretamente da vaca, é apropriado para o consumo humano? Deve o ser humano, mesmo depois de adulto, continuar bebendo leite até morrer de velho? São questionamentos muito apropriados e oportunos para o momento. Se pararmos para pensar e refletir sobre determinados costumes e hábitos alimentares, perceberemos que o consumo de leite constitui-se numa permanente fraude e violação do mundo natural.
De todos os mamíferos, a espécie humana é a única que, mesmo depois de adulta, continua a comportar-se como filhote, pois permanece “mamando” até o final da vida. E um leite que não é o de sua espécie, pois cada fêmea do reino animal produz, através de suas glândulas mamárias, o alimento apropriado aos filhotes por ela gerados. Até hoje não conheço nenhum humano que tenha sido gerado por uma vaca! Muito menos por uma vaca leiteira!  Na realidade não existe vaca leiteira, já que as mesmas são estimuladas através de hormônios e mecanicamente forçadas a produzir dez vezes mais leite que a sua natureza permitiria.
É preciso observar que todos os filhotes mamíferos abandonam a fase do leite na medida em que começam a ingerir alimentos sólidos. Com o ser humano deveria ocorrer o mesmo, já que, em média, aos três anos, ele já não possui as enzimas necessárias (Renina e Lactase) para decompor e digerir o leite. Não sendo um alimento natural, e devido à sua composição (alto teor de gordura, caseína, e milhões de células somáticas conhecidas como PUS) e à sua contaminação com fezes e pesticidas, não é à toa que o leite seja considerado um dos principais fatores no desenvolvimento de mucosas, alergias, bronquites, asmas, tuberculose, doenças coronárias, obesidade, diverticulite e diabetes.
Devido à presença do hormônio natural IGF-1 no leite de vaca (importantíssimo para o crescimento acelerado do bezerro), foi constatado que ele atua no organismo humano como catalisador na proliferação de cancros da mama, da próstata e do cólon.
Também é importante destacar que as nações com maiores índices de osteoporose são as que mais consomem leites e laticínios. Isso ocorre em função de o organismo ter que eliminar o excesso de cálcio oriundo do leite e outras fontes desse elemento. Nesse processo, “rouba-se” o cálcio dos ossos. Portanto, antes de chorar o leite derramado, é preciso ir além do leite adulterado.

Fonte: Márcio Linck, historiador e ecologista.  O artigo acima foi publicado no jornal diário “Vale do Sinos”, de São Leopoldo, RS, em 13 de novembro de 2007.

23 de março de 2011

Como prevenir e tratar sintomas de cansaço constante

Para se livrar do cansaço persistente e da baixa libido, comece a tratar do tubo digestivo. Sim. Uma digestão saudável é o segredo da boa saúde sexual e do bem-estar como um todo. Isso exige o bom funcionamento dos órgãos relacionados à digestão (fígado, pâncreas e vesícula biliar).

O fígado tem papel importantíssimo na digestão, pois tudo o que comemos ou bebemos passa por ele. Portanto, o principal desafio é evitar sobrecarregá-lo – isso é essencial para a saúde geral e o bem-estar. Um fígado congestionado permite o acúmulo de toxinas que poderiam ter sido removidas do corpo, mas que voltam a circular no sangue, causando danos aos tecidos e aos sistemas corporais. Também é muito importante evitar comidas pesadas à noite, preferindo fazer o jantar até às 20h no máximo. A partir das 23h nosso corpo começa a fazer desintoxicação da vesícula biliar e fígado.
 
Os sinais de fígado congestionado são:
  • dores de cabeça;
  • perturbações digestivas;
  • insônia; (ou acordar por volta das 3:00 da manhã)
  • sensação de cansaço pela manhã;
  • pele amarelada.
Para dar um descanso ao fígado, deve-se cortar carne, gordura, alimentos refinados, açúcar branco, farináceos e álcool.
Outra forma de desintoxicar o fígado é beber em jejum suco fresco de meio limão misturado com meio copo de água morna; ou suco de cenoura, aipo, salsa e maçã. Também pode-se recorrer à fitoterapia como dente-de-leão, alcachofra, carqueja, zedoária, boldo.

A limpeza do cólon também é importante para a boa saúde. A simples colocação de água quente filtrada no reto pode atenuar problemas como indigestão, gases, dores de cabeça, problemas comuns, alergias e problemas na pele.

Alimentos que contribuem para a digestão saudável

Ameixa: é um laxante natural.

Aspargo: rico em magnésio, ajuda na digestão e a evitar constipação e inchaço.

Aveia: contém fibras que se ligam aos ácidos biliares gordurosos, reduzindo a absorção deles pelo corpo.

Banana: um probiótico natural.


Brócolis: um vegetal rico em glutamina, aminoácido essencial que pode retirar elementos cancerígenos no trato digestivo.

Cebola: cozida alivia a indigestão.

Centeio: boa fonte de nutrientes que protegem os órgãos ligados à digestão.

Cúrcuma: anti-séptico intestinal.

Endro: tem ação antidiarréica, é rico em vitamina B6 e ajuda o organismo a assimilar proteínas e gorduras adequadamente.

Espinafre: rico em nutrientes antioxidantes, age no trato intestinal.

Funcho: laxante natural, ajuda a aliviar problemas digestivos.

Gengibre: um dos melhores tônicos que existem. Para uma boa digestão, beba meia hora antes das refeições um pouco de gengibre ralado misturado com sumo de limão fresco, mel e água morna.

Iogurte: fornece bactérias probióticas que ajudam na digestão.

Lentilha: boa fonte de glutamina.

Nori: alga que ajuda o organismo a digerir melhor os alimentos fritos.

Quinua: rica em vitaminas B, ajuda a digestão. É o grão mais rico em proteína.

Repolho: estimula o sistema imunológico e protege o aparelho digestivo.

Salsa: ajuda a digestão.

Suco de couve: alivia a inflamação e combate úlceras estomacais.

Tahine: pasta feita com gergelim, rica em magnésio.

Vinagre de maçã: moderadamente, contribui para reforçar a digestão e prevenir a diarréia.

Vitamina B5 (pantetina): encontrada em grãos inteiros, tem papel importante na conversão das gorduras, proteínas e carboidratos dos alimentos em energia.

Zimbro: excelente diurético.

Fonte: blog "cura pela natureza"