21 de junho de 2009

Antitranspirantes e o câncer de mama

Muitos de nós já recebemos um e-mail que fala sobre a relação do uso de desodorantes com o câncer de mama. Essa mensagem é um tanto imprecisa, e muitas vezes parece ter um dom demasiado dramático, sem argumentação suficiente para que não pareça um reles "hoax" (embuste) da Internet.
No início de março de 2006, os sites de informação CBS News e o forbes.com traziam um novo artigo a respeito do assunto. Parece que agora as coisas começaram a ficar mais claras.
O problema dos antitranspirantes é a presença, na sua composição, de alumínio (cloridrato de alumínio), geralmente numa concentração de 25%. Foi descoberto que o alumínio pode imitar as ações do estrogênio, e como já está mais do que comprovado, as substâncias que imitam o estradiol estão relacionadas com a multiplicação e o crescimento de células do câncer de mama (entre inúmeros outros problemas de saúde para homens e mulheres, e para todas as espécies animais do planeta). Dessa forma, o alumínio pode ser mais um dos incontáveis xenoestrogênios encontrados nos produtos de consumo disponibilizados para a população. Os produtos de higiene e os cosméticos têm ainda um outro grupo de substâncias muito suspeitas que são os parabenos e seus derivados que costumam fazer parte de xampus, sabonetes líquidos, pomadas e cremes para pele, lenços higiênicos para nenês, perfumes, loções etc.
Esse artigo fala também do cádmio como agente que pode ter relação com o câncer de mama. O cádmio é um conhecido tóxico ambiental. É constituinte de baterias e pilhas comuns. O cádmio liberado de forma irresponsável no meio ambiente retorna para o ser humano através de inúmeros alimentos. No caso do câncer de mama é sublinhado que o cádmio é colocado para dentro do corpo da mulher pelo hábito de fumar. Obviamente a folha de tabaco não tem cádmio em sua constituição natural. Como quase todos os milhares de agentes tóxicos do cigarro, o cádmio está presente pela ação da industrialização na produção e manufatura do cigarro, e do papel branqueado que o envolve. (As campanhas públicas que demonizam o cigarro deveriam explicar o quanto o uso de agrotóxicos – e seus fabricantes, multinacionais de produtos químicos – estão envolvidos com os perigos de fumar, sendo tão, ou mais, responsáveis pelas doenças envolvidas com o tabagismo, quanto os fabricantes de cigarros).
O parabenos e seus derivados são encontrados nos tecidos de câncer mamário. Apesar disso, como costuma acontecer, os agentes oficiais (que deveriam testar e controlar o uso de substâncias potencialmente perigosas) costumam dar a resposta evasiva de que não há estudos concludentes a respeito desse grave risco. É uma maneira interessante de atuar. São disponibilizados milhares de produtos de consumo, com composições químicas novas, que depois de vendidas são testadas, aos poucos. Dessa maneira, podemos ter certeza de uma coisa: boa parte de belos produtos de empresas com respeito público estão sendo testados diretamente pelo público consumidor. Doenças graves e degenerativas têm múltiplas causas. As relações de causa e efeito são de difícil comprovação. Assim podemos estar expondo boa parte da população a situações de risco de forma inadvertida, pela simples crença atual de que tudo que o progresso tecnológico produz é seguro e confiável. Um dogma moderno construído na medida em que se abstrai o fato da ciência estar totalmente inserida na sociedade de consumo.
Há poucos anos o Enviromental Work Group – EWG (veja o site: www.ewg.org) admitia que somente 28 cosméticos comuns tinham todos os ingredientes totalmente testados, de um total aproximado de 7500 disponíveis!
O câncer de mama é uma doença comum dos tempos atuais. Há uma série de fatores que estão envolvidos. Infelizmente, sua prevenção está limitada ao diagnóstico precoce. Afinal de contas, se para evitarmos esse mal temos que fazer exames para descobri-lo precocemente, estamos diante de um hipócrita eufemismo, afinal prevenir deveria ser uma atitude para não se ter câncer de mama. Mas quais são as condutas sugeridas para não se ter tal enfermidade? Qual é a orientação que é dada ao grande publico para que se faça realmente prevenção? Quase nada. Há inúmeras instituições, cheias de boas intenções, que estimulam o auto-toque, ou facilitam o acesso aos exames, mas isso qualquer pessoa, mesmo com poucos recursos intelectuais, sabe que não é uma forma de evitar o câncer.
Segundo o livro “What your doctor may not tell you about Breast Câncer” do medico americano, infelizmente já falecido, dr. John R Lee, em associação com David Zava e Virginia Hopkins, essa doença é antes de mais nada fruto de um desequilíbrio hormonal. Esse desequilíbrio é denominado de Predominância Estrogênica. Ou seja: um desequilíbrio entre as ações do principal estrogênio, o estradiol em relação à progesterona. Atualmente há um excesso de ação estrogênica sob o organismo humano, que não encontra um saudável antagonismo protetor da progesterona. Esse excesso não é fruto somente do estradiol produzido endogenamente, mas também de inúmeros produtos químicos que se comportam como estrogênio – os já citados xenoestrogênios. Entre as milhares de fontes de xenoestrogênios temos os plásticos (isopor, PVC etc.), e inúmeros outros derivados de petróleo, muitos dos quais nas formas de agrotóxicos. O mais famoso agrotóxico, já proibido, que imita estrogênios é o DDT, usado trivialmente no Brasil até há bem pouco tempo atrás.
O excesso de ação de estrogênios, naturalmente, também é favorecido pelo uso de pílulas anticoncepcionais, que usam um produto sintético: o etinilestradiol. A predominância estrogênica das pílulas também é alcançada pela privação da produção de progesterona. Durante o uso de anticoncepcionais, o organismo não produz o corpo lúteo. Esse órgão é produzido ritmicamente no ciclo menstrual. É um importante liberador de progesterona endógena. Sem o corpo lúteo não há como haver produção de progesterona em quantidades fisiológicas. Durante todo o tempo que uma mulher ficar sob ação desse poderoso tipo de medicação, ela fica à mercê da predominância estrogênica e seus potenciais efeitos deletérios. Cabe salientar que as progestinas (substâncias químicas participantes das pílulas, como o gestodeno ou o levornogestrel) são quimicamente diferentes da progesterona (C21-H30-O2), e essas diferenças químicas não enganam a fisiologia humana, podendo levar a inúmeros e graves problemas de saúde.
Uma outra fonte de similares aos estrogênios está nos alimentos. Produtos obtidos da soja, que têm genisteína podem estimular o crescimento de células tumorais hormônio-dependentes, como o câncer de mama. (O leite de soja e a proteína de soja oferecem quantias inapropriadas dessa substância, entre outros antinutrientes, não sendo considerados alimentos saudáveis, devendo ser evitados). Alimentos em contato com plásticos aquecidos também podem fornecer quantias pequenas de xenoestrogênios. Comprar alimentos quentes em recipientes de isopor, no supermercado, por exemplo, pode ser uma péssima idéia.
Fatores como a falta de amamentação, escassez gestacional, cotidiano estressante, poucas horas de sono, sofrimento emocional, a resistência à insulina (pelo consumo inapropriado de açúcar e outros carboidratos), insuficiência da tireóide, flúor na água, também podem integrar o rol de fatores ligados às doenças da mama.
Voltando aos antitranspirantes, cabe ressaltar que há estudos que mostram que há uma relação entre um diagnóstico de câncer em idades mais jovens entre usuárias desse produto. Principalmente naquelas que fazem depilação antes da sua aplicação. (A depilação prévia pode provocar lesões e diminuir a integridade tecidual da pele nas axilas).
Para que as mulheres possam se proteger do câncer de mama elas devem ser informadas das causas do câncer. Há inúmeros fatores bem mais palpáveis e contornáveis do que a questão hereditária que nem é a mais importante. Infelizmente, nesse sentido, a mídia científica está em plena idade das trevas. Ou melhor: na idade dos exames de diagnóstico precoce, ou, mais exatamente, dos eufemismos tecnológicos. Em todo o caso, o negócio é evitar, na medida do possível tudo que imite estradiol, e com certeza os antitranspirantes.

(José Carlos Brasil Peixoto, 280406)
Referências:
Internet:
http://www.cbsnews.com/stories/2006/03/01/health/webmd/main1361403.shtml
http://www.forbes.com/lifestyle/health/feeds/hscout/2006/03/06/hscout531342.html
http://www.cancer.gov/cancertopics/factsheet/Risk/AP-Deo
http://www.ewg.org
Livros:
Lee, John R; Hopkins V.; Zava D. –“ What your doctor may tell you not about breast cancer”, Warner books, 2003; (impressionante livro em fase tradução por José Carlos Brasil Peixoto)
Colborn, Theo; Dumanoski, D; Myers, J.P.; – “O Futuro roubado”, LPM, 2002.

13 de junho de 2009

A arte de respirar


O primeiro ato de nossa vida é a respiração. É através dela que captamos a energia celestial. Além da função básica de nos manter vivos, células, tecidos e órgãos não podem trabalhar sem oxigênio. Através das narinas, dos brônquios e dos pulmões, o sistema respiratório dá vida e limpa toxinas e detritos de todo o corpo. Podemos ficar alguns dias sem comer e beber água, mas não conseguiríamos ficar sem respirar por muitos segundos.
Os pulmões são órgãos essenciais na respiração; eles promovem a troca gasosa contínua entre o ar inspirado e o sangue da circulação pulmonar, fornecendo oxigênio (O2) e removendo o dióxido de carbono (CO2). Infelizmente a maioria das pessoas não dão a devida importância a este ato de vida, respirando apenas com um terço da capacidade pulmonar que possui. Cerca de 70% das doenças poderiam ser evitadas se as pessoas respirassem corretamente, ou seja, profunda e usando o diafragma.
Você sabia que das substâncias desnecessárias ao corpo em média 70% saem via expiração, enquanto apenas 20% saem via pele, 7% pela urina e 3% via fezes?
O cérebro consome 25% do armazenamento geral de oxigênio de todo o corpo. O diafragma era considerado, pelos antigos gregos, como o assento da alma.
Respirar profundamente eleva o nível de oxigênio no sangue e combate a ansiedade. Um complexo sistema informa o cérebro quando todo o organismo está satisfeito de oxigênio, dissipando o medo de não sobrevivência e de inadequação. A forma como você respira é a forma como você se coloca no mundo; respirar de "peito aberto" dissolve tensões e medos e promove profundo bem-estar.
Pela Medicina Tradicional Chinesa, o PULMÃO é o primeiro sistema a ser afetado pelos agentes agressores externos, tas como VENTO-FRIO-CALOR-UMIDADE-FOGO e SECURA. O NARIZ é o órgão dos sentidos ligado ao pulmão e sua correspondência externa é a pele, portanto o Pulmão controla a pele e o QI DEFENSIVO (Wei Qi), ou seja, abertura e fechamento dos poros.

9 de junho de 2009

Durma bem e viva muito

Nada mais é salutar do que uma boa noite de sono. Não apenas tem efeito restaurador, beneficiando a mente e a vitalidade, como também é essencial para o funcionamento correto de determinados órgãos - o fígado, por exemplo, realiza a maior parte da desintoxicação à noite, enquanto dormimos. Para a medicina oriental, o sono ajuda a restaurar o yin (substância) e mantém o yang (função) sob controle. As doenças que caracterizam o esgotamento de yin e o excesso de yang são: baixa imunidade, distúrbios de humor, problemas digestivos, colesterol descontroladoe pressão alta.
Uma pesquisa demonstrou que pessoas que ficam acordadas durante 72 horas sofrem uma redução na produção de células sanguíneas brancas, a medida de nossa função imunológica. A privação crônica de sono também apressa o início da perda de memória e favorece o aparecimento de diabetes. Para garantir um sono repousante, crie rotinas e rituais que acalmam a mente. Eis algumas sugestões: banhos quentes, massagem nos pés, manutenção de um diário, meditação, aromaterapia, música relaxante, leitura de livros sobre espiritualidade, orações. A duração do sono ideal é de oito horas.
Fonte: Os segredos da longevidade - centenas de maneiras de viver bem até os 100 anos - Dr. Maoshing Ni.

31 de maio de 2009

A alimentação da mãe define o futuro do feto - II

Tudo que a mãe ingere influenciará na saúde e, também, na aparência física do feto.

O feto humano, enquanto está no líquido amniótico passa por um processo evolutivo semelhante aos dos animais aquáticos. Inicialmente, a boca é grande e parece estar rasgada e os olhos ficam localizados nas laterais da face. Depois, desenvolve-se o cérebro fazendo com que as laterais da face se projetem para frente, os olhos se locomovam para parte frontal da face, o nariz comece a se formar e a boca diminuir. É exatamente nesta etapa evolutiva que se forma um problema que é cada vez mais freqüente nos dias de hoje que é a formação dos lábios leporinos causados pelo suporte deficiente de nutrientes fornecidos pela mãe.

O reflexo da condição física da mãe não se limita a lábios leporinos. Podemos citar outros exemplos: Filhos com Síndrome de Down, filhos que nascem com nadadeiras entre os dedos, filhos com tendência a arritmia e, uma situação muito preocupante, filhos com prisão de ventre. A prisão de ventre infantil é provocada pela falta de rigidez do intestino que assim se formou por causa da alimentação desbalanceada da mãe. Falando-se em rigidez, observamos que há uma tendência, de forma generalizada, no aumento de crianças com falta de rigidez física. Em relação aos partos, percebemos, hoje em dia, que estes estão mais difíceis de acontecerem de forma natural porque os bebês estão cada vez maiores e os úteros cada vez mais flácidos. Vemos também que, nos últimos anos, aumentou o número de crianças que nascem sem ter o mínimo de força para chorar. O primeiro choro do bebê recém-nascido é extremamente importante pois, ao chorar, o bebê expele todas as substâncias que não mais necessita por estar, agora, respirando por vias aéreas. Além disso, o primeiro choro faz com que o corpo do bebê fique mais rijo e crie adaptabilidade para mamar.

Então, afinal, o que a mãe deve comer para gerar filhos com lábios firmes, rigidez física, órgãos perfeitos e saúde perfeita?

Na base da teoria da alimentação natural temos a lei das energias Yin e Yang. Alimentos com energia Yang têm efeito de contrair o corpo e as células e a energia yin de relaxar. São exemplos de alimentos com energia Yang a raízes cozidas e algas marinhas e exemplos de alimentos com energia Yin as frutas e doces. A alimentação ideal é aquela composta de alimentos com energia Yin e Yang de forma balanceada sendo que os menus compostos de cereais e verduras são os que atendem bem esta condição.

Devido às mudanças drásticas na alimentação percebemos que está ocorrendo uma redução muito grande na ingestão de minerais ao mesmo tempo em que ocorre o aumento de consumo de doces. Os doces (energia Yin) dificultam a absorção dos minerais formando um ciclo muito negativo. Para piorar, houve aumento no consumo de vegetais cultivados de forma não natural e alimentos preparados com aditivos químicos tornando o organismo das gestantes suscetível a problemas cancerígenos e ginecológicos.

No que concerne ao leite materno, nos primeiros três dias ele tem coloração amarelada onde contem uma substância que dá aos bebês a resistência para sobreviverem no novo ambiente. Após 3 dias o leite materno começa a branquear tornando-se um leite apropriado para promover o desenvolvimento do bebê como um ser humano saudável.

Interrompendo-se o aleitamento materno precocemente interrompe-se também o desenvolvimento natural do bebê, com comprometimento na constituição física, no desenvolvimento mental, no sistema imunológico levando-o a ficar propenso a resfriados, febres, alergias, etc. Para piorar, é administrado aos bebês que ficam sempre resfriados uma série de antibióticos que prejudicam grandemente o seu fígado e o seu intestino, gerando sucessivos problemas.

Por último, poderia acrescentar que, atualmente, as crianças acostumam desde cedo a consumirem alimentos ricos em aditivos químicos, gorduras e açucares. Estes alimentos contaminam o corpo, a mente e o espírito das crianças fazendo-as caírem em terrível ciclo vicioso.

Breve, publicaremos texto de Michio Kushi sobre alimentos com energia Yin e energia Yang.

28 de maio de 2009

A alimentação da mãe define o futuro do feto - Parte I

O comportamento destrutivo, a instabilidade emocional e a saúde frágil das crianças são problemas comuns que abrangem o mundo todo.

Gostaria de reforçar aqui a principal causa deste problema: as mães não estão comendo comida de gente. Parece ser uma afirmação polêmica, mas é fácil de entende-la. Quando as pessoas se alimentam com comida para seres humanos, tornam-se capazes de agir humanamente. Pensem bem. Não é lógico? Porém, o que ocorre é que, hoje em dia, as pessoas não estão agindo segundo esta lógica. Pode parecer ridículo acreditar que as pessoas se transformam naquilo que comem. Mas existem muitas provas para esta afirmação.

Tudo o que a mãe ingere durante o período de gestação reflete claramente no comportamento de seu filho após nascer. As mães que consomem muito leite e carne bovina têm filhos lentos. Filhos de mães que comeram muitos ovos e carne de frango, têm um comportamento irrequieto e assim por diante. É óbvio dizer que o feto de um ser humano possui genes humanos e está predestinado a se desenvolver e se tomar um ser humano. O que não é óbvio para a maioria das pessoas é a lógica de que quando o feto recebe alimentos que não foi feito para ele, o seu curso normal de desenvolvimento sofre interferência. A a alimentação das gestantes é uma questão muito séria pois é ela quem define o destino dos filhos.

Numa sala de aula pode-se observar crianças que não conseguem parar quietas como se fossem galinhas, já outras querem ficar deitadas a todo momento parecendo vacas, ou aquelas crianças que reagem a qualquer coisa, expressando seu caráter agressivo... Mesmo dentre os adultos, se você observar bem, vai se surpreender ao notar os padrões de comportamento deles.

O nascimento de uma vida humana é um fenômeno extremamente misterioso. Veja, um feto, enquanto está no ventre da mãe, tem sua massa aumentada em 3 bilhões de vezes desde a sua concepção até o seu nascimento, ou em 10 milhões de vezes, por dia. Em contrapartida, após o nascimento, esta proporção de aumento de massa de um bebê cai cerca de 20 vezes. Só por isso, já é possível imaginar o quanto importante é a alimentação da criança durante o período em que ainda está dentro do ventre da mãe. A ingestão de uma única aspirina pela gestante significa que o feto sofre os efeitos deste medicamento por cerca de 4 a 5 dias, no mínimo. Talvez vocês pensem que são somente 4 a 5 dias, mas atentem que durante este curto período o feto cresce de 4.000 a 5.000 vezes. São poucos os dias, mas significam para o feto um período precioso que deve ser encarado com muita importância. Lembre-se, um medicamento, um alimento, uma bebida ingeridos descuidadamente podem gerar resultados irreversíveis.

Os nutrientes absorvidos através da mãe são o que há de mais imprescindível para que processo evolutivo do bebê ocorra até o final, isso porque, mesmo que os nutrientes não tenham sido ingeridos de forma adequada e a evolução não ter sido completada, quando chegar o momento de nascer, a criança irá nascer.

É claro que as crianças que sofreram algum prejuízo durante o período em que estiveram no ventre da mãe, poderão ter uma vida normal após o seu nascimento se a sua dieta alimentar for adequada . Entretanto, quero destacar que é preciso um longo tempo para se corrigir alguns poucos dias vividos dentro do ventre da mãe em condições inapropriadas. Este tempo, tomando como exemplo os casos das crianças tratadas por mim, pode chegar a 10 até 15 anos .

(Breve será publicada a 2a. parte deste excelente texto escrito pelo mestre Michio Kushi)
Fonte: publicado no site http://www.anew.com.br/blog.php

23 de maio de 2009

A toxicidade do flúor

A opinião largamente difundida de que o flúor dissolvido na água da torneira é preventivo das cáries está muito longe da verdade e o fato alarmante demonstrado em pesquisas independentes e altamente fundamentadas é que o flúor produz mais danos do que benefícios. Vale a pena rememorar aqui certos fatos históricos ocorridos durante a II Guerra Mundial. Havia muito esforço do governo dos EUA, para ganhar a guerra, com a construção de aeronaves e a produção de alimentos, panelas e utensílios de alumínio para os soldados e toda a nação americana e aliados. É ponto pacífico que a indústria de alumínio e de fertilizantes desempenhou um marcante papel nessa fase de esforço bélico que demandou a colaboração da indústria com a nação americana. Havia entretanto, um obstáculo. A produção industrial do alumínio e dos fertilizantes produzia uma astronômica quantidade de fluoreto, um sal do flúor, um elemento natural, que, em mínimas quantidades age como contaminante na cadeia alimentar, mas que pode agir como um tóxico com maior potência do que o arsênico. Tanto o sal de flúor,o fluoreto de sódio , como o ácido fluorosilícico e contaminantes como o arsênico e o chumbo podem fazer parte dos dejetos industriais das citadas indústrias. Por falar nisso, o flúor já foi empregado outrora como inseticida e raticida. Vale dizer que as indústrias começaram a eliminar os dejetos com o flúor na atmosfera pelas chaminés, mas houve um grande impacto ambiental com danos em colheitas de frutas, doenças nas pessoas e no gado em fazendas da vizinhança, mortandade de peixes em rios da proximidade, o que deu ensejo a processos judiciais e vultosas indenizações exigidas das empresas pelos danos produzidos.
Um atentado à saúde pública do lobby da fluoretação.
Por pressão política o Serviço de Saúde Pública dos EUA(US Public health Service), subordinado ao Departamento do Tesouro Americano, então dirigido por Andrew Mellon, ninguém menos que um membro da família proprietária da ALCOA(Aluminum Company of América), fez um controverso estudo proclamando que 1 ppm de flúor na água(1 mg por 1 litro) reduzia a incidência de cáries em 60 % e assim foi proposta a fluoretação do abastEcimento de água das cidades americanas.Da noite para o dia, o preço do fluoreto de sódio, o mesmo produto usado como insetida e raticida e devendo ser descartado como dejeto industrial, subiu mais de 1000 % no mercado internacional e o problema de livrar o meio ambiente de um produto corrosivo e tóxico foi felizmente resolvido. O lobby difundiu a idéia para outros paises e contou até com a recomendação da Organização Mundial de Saúde.No entanto, certos paises, como a França, a Itália e a Noruega jamais aceitaram a fluoretação e outros como a Índia, já tinham experiência de efeitos danosos sobre a população suprida com água oriunda de solos ricos em flúor, que apresentava sinais inquietantes de envelhecimento precoce, com calcificação anômala óssea e degeneração dos ossos e articulações.
Danos para a saúde produzidos pelo flúor pelo aumento da ingestão da água fluoretada.
Cabe a pergunta? Qual é finalmente a utilidade do flúor? O que se sabia seguramente era o seu uso antigo como veneno para ratos e baratas. E no tocante á água fluoretada, recomendada pelo lobby do flúor , seria benéfica?. Ao contrário. Há sólida evidência, pelo menos, em oito rigorosos estudos , que o uso da água fluoretada como bebida e no preparo de alimentos, aumenta o risco de fratura do fêmur de 20 a 40 %, Por sinal, havia antes a suposição de que o flúor poderia ajudar a prevenir a osteoporose.No entanto, os estudos de observação prolongada revelaram em centenas de milhares de pessoas, sob cuidadoso controle, que o flúor aumenta a densidade do osso, mas o converte em uma estrutura anômala e frágil, sujeita a quebrar , sem maiores traumas ou provocações . É ponto pacífico que o flúor , um contaminante presente em pequenas quantidades na água tornou-se cada vez mais concentrado nos alimentos e nas bebidas e a partir de 0,60 ppm(0,60 mg por L), torna-se cumulativo, concentrando-se preferencialmente na tireóide , nos ossos e nos rins.Produz de maneira disseminada um hipotiroidismo , já descrito desde 1854, geralmente atribuído a outras causas, e além disso, causa degeneração óssea e articular sobretudo nas pessoas idosas. O flúor como um tóxico conhecido, inibe várias enzimas e interfere com a síntese do colágeno, a principal proteína do organismo, sendo considerado um fator de envelhecimento.
Ação tóxica de flúor em diversos órgãos e sistemas.
Mediante a inibição de várias enzimas, o flúor pode comprometer o funcionamento intestinal particularmente agindo sobre a digestão que se torna lenta, com flatulência e distensão abdominal. Esse efeito também é decorrente do hipotiroidismo que acompanha a presença do flúor em quantidade cumulativa na cadeia alimentar. Igualmente, por interferência das enzimas necessárias à função cardiovascular, e também pela deficiência tireóidea , há maior ocorrência de morbiletalidade cardíaca nas comunidades supridas com água fluoretada. Vale lembrar que enquanto nos EUA, a fluoretação é um programaadotado pelas municipalidades sob a influência do lobby, que implantou o método em 75 % das cidades norteamericanas, no Brasil o programa de fluoretação compulsória abrange todas as cidades brasileiras sob a forma de uma intervenção terapêutica em massa, o que é inadmissível, em se tratando de um processo altamente controverso já banido em quase todo o mundo nos paises que dispõem de legislação sanitária e proteção ambiental atuantes. Além disso, estudos emergentes têm demonstrado a ação do flúor em lesar o sistema imunitário, abrindo a trilha para o surgimento de doenças auto-imunes tais como artrite reumatóide, lupus, tiroidite de Hashimoto, vitiligo,etc. Na sua condição de veneno protoplásmico, também interfere com a molécula do DNA, onde causa danos, e torna-se um fator indutor do câncer, pela incapacidade do organismo proceder o sistema de reparo do DNA, que depende da integridade da cadeia enzimática do genoma. O organismo perde a capacidade de reparo do DNA, ou seja, fica comprometida a correção dos defeitos do DNA, que ao longo da vida acontecem, o que pode levar ao câncer, sobretudo da tireóide, da boca, da pele, da bexiga, da próstata e da mama e dos ossos,sendo que essa última patologia pode ocorrer nas crianças e nos jovens.
Fonte: recebido via email.
Livro: 100 anos de mentira como proteger-se das ameaças químicas que estão destruindo a sua saúde.

17 de maio de 2009

Dieta sem carne e rica em B2 pode regredir o Mal de Parkinson

A doença do Parkinson é uma alteração do sistema nervoso central que afeta principalmente o sistema motor. O envelhecimento precoce das células provoca tremores, rigidez muscular e alterações da postura. Outras manifestações não motoras também podem ocorrer, como o comprometimento da memória, depressão e alterações do sono. Estudos revelam que portadores da doença apresentam deficiência da vitamina B2 e ingerem muita carne vermelha. Segundo um estudo realizado com um grupo de 30 pessoas, coordenado pelo Dr. Cícero Galli Coimbra, apresentado no 6º Congresso Internacional sobre a doença de Alzheimer e Parkinson, em Sevilha, a inclusão de vitamina B2 e a retirada de vez da carne vermelha fez que com que os pacientes verificassem não apenas a estagnação da doença como também sua regressão. Os melhores resultados foram encontrados em pessoas que estavam no início da doença. A recuperação motora dos pacientes saltou de 44% para 70%, em apenas três meses. A restrição à carne vermelha faz sentido, pois ela tem muito ferro e seu excesso é prejudicial pois oxida-se as células.

Programa Farmácia da Vovó