6 de julho de 2009

Aspectos bioquímicos e nutricionais da criminalidade

"Você é o que você come" poderia ser um novo lema para a crescente evidência de que uma solução para os pensamentos violentos e os comportamentos criminosos pode estar na mudança de nossos hábitos alimentares cotidianos.
Um estudo realizado em grande escala - cujos resultados foram publicados na revista médica The British Journal of Psychiatry em 2002, testou 231 presidiários adultos jovens, com idades entre 18 e 21 anos, para comprovar a noção de que suplementos contendo vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais, poderiam reduzir a incidência de violência. Os suplementos incluíam ácidos graxos ômega-3, cromo e duas dúzias de vitaminas e minerais diferentes. Os prisioneiros foram submetidos a esse regime por 142 dias, e o número de incidentes disciplinares ocorridos entre eles foi comparado, durante esse período, a um outro grupo de controle da mesma instituição penal. Comparado ao grupo de controle, o grupo de prisioneiros que recebeu o suplemento alimentar registrou uma redução de 37% no número de incidentes tumultuosos, inclusive episódios violentos. Ficou claro, portanto, que a má nutrição tem um papel importante no desencadeamento da violência e do comportamento anti-social e agressivo. Nosso cérebros são engenhos metabólicos que correspondem a apenas 2% de nossa massa corporal; e contudo, consomem 20% dos nutrientes que ingerimos. Diante dessa informação, compreendemos que , caso as necessidades de nutrientes essenciais do cérebro não seja satisfeita, surgem distúrbios comportamentais e mudanças bruscas de humor.
Outros estudos comprovaram evidências de que a deficiência de zinco na dieta pode contribuir para a incidência de comportamentos criminosos entre jovens, porque o zinco é importante na produção de transmissores neuroquímicos no cérebro. O cádmio interfere na absorção e utilização do zinco pelo feto, o que pode continuar e aumentar após o nascimento, quando o bebê é exposto aos níveis de cádmio do ar ambiente. Portanto, existe uma relação entre cádmio e fumaça de cigarro e os problemas de comportamento e aprendizagem.O café é a segunda maior fonte de cádmio. Farinha branca refinada é outra fonte importante, porque o zinco protetor é removido dos grãos, enquanto o cádmio, no centro, permanece.
Fonte: Livro cem anos de mentira - como proteger-se dos produtos químicos que estão destruindo a sua saúde.
Mais informações também no site: http://www.taps.org.br/Paginas/violartigo10.html

Um comentário:

  1. Veja também: http://www.umaoutravisao.com.br/secoes/Alimentacao/refrigerantes%20e%20violencia.htm

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