6 de abril de 2009

O perigo oculto das vacinas

De acordo com a maioria dos especialistas em saúde pública, os avanços mais importantes obtidos no combate e prevenção às doenças infecciosas, desde o final do século XIX não foram devidos à introdução das vacinas, mas à melhoria nas condições de saúde pública, de modo geral, como resultado do consumo de água mais limpa e tratamentos de esgotos mais eficientes. Atualmente, o governo tem investido muito na vacinação, pelo fato das pessoas estarem com um sistema imunológico deficiente e mal nutrido. Por outro lado, as vacinas, nem sempre são seguras ou eficazes, veja alguns exemplos:
A publicação médica britânica The lancet publicou um relatório, em 1980, sobre um teste de vacinação realizado na ìndia, envolvendo 260 mil pessoas, por meio da qual descobriu-se que mais casos de tuberculose ocorriam em pessoas vacinadas contra essa doença do que entre aquelas que não haviam recebido a vacina.
Em 1994, uma edição do The New England Journal of Medicine relatou que ao menos 80% das crianças com idade abaixo de cinco anos que desenvolveram coqueluche já haviam sido vacinadas contra essa doença. Existe um aspecto desfavorável relativo às vacinas - especialmente para as crianças. O problema não são as vacinas: são os aditivos contidos nelas. Aditivos comumente utilizados na formulação incluem mercúrio, alumínio, formaldeído, glutamato monossódico, sulfetos e etilenoglicol (anticoagulante). Cada um desses aditivos já teve conexões estabelecidas com distúrbios que vão desde danos ao cérebro e aos nervos até autismo e DDAH (distúrbio do déficit de atenção e hiperatividade). Em média, a quantidade de mercúrio que as crianças recebem proveniente das vacinas, no início de suas vidas, represente todo o volume de mercúrio a que uma pessoa pode se expor, com segurança, durante toda a vida. Segundo relatórios médicos de vários países, comprovam que crianças vacinadas, além de desenvolverem níveis de QI mais baixos, sofrem uma maior incidência de problemas comportamentais, asma e diabetes do que crianças não vacinadas.
Fonte: Livro Cem anos de mentira: como proteger-se dos produtos químicos que estão destruindo a sua saúde, Autor Randall Fitzgerald.
Informações também sobre autismo X mercúrio no site http://www.bioautismo.cl/

3 comentários:

  1. Oi, Daniela, vc já sabe o que penso sobre vacinas... rs
    achei legal a dica do livro, vou procurar ler - tem outro similar (não relacionado especificamente às vacinas) - COMO SOBREVIVER À TECNOLOGIA - Um guia para escapar dos poluentes da vida moderna - Charles T. McGee - excelente leitura!
    um abraço

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  2. O corpo geralmente gera tolerância a certas vacinas. O corpo tem a sua vacina própria, que passa pela a boa alimentação, exercício, e estilo de vida saúdavel. Uma mensagem bem interessante. .Paz.

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  3. Tenho uma filha de 4 anos que nunca foi vacinada, ela nunca ficou doente, nem resfriado nem nada, é super inteligente e bem maior que outras crianças da mesma idade, eu pesquisei quase um ano todo antes de tomar a decisão de não vacinar minha filha.

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